sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

 
Com ele aprendi a sentar-me no chão, sem medo das manchas que se me atirariam à roupa. Molhei calças sem me importar. Olhei incrédula para as mãos, enquanto as enterrava na areia. Permiti-me unhas encardidas de terra e de relva. Dei festas a cães que não conheço e não me lembrei de ter de as lavar. Observei-o enquanto aferia a rugosidade do alcatrão e coloquei a minha mão bem perto da sua. Preto. Quente do sol. Cheirava a pneus e a pastilhas elásticas. Tantas texturas se me revelam agora. Reaprendo um olhar puro, sobre todas as coisas. Para quê “Não te sujes”, “Põe-te direito”? Regras que não entendo. Guardo-as na gaveta dos classificados. Pouco me interessam. Enfrento o escuro por ele e é com ele que avanço estóica na treva. Que a não tema tanto. Fecho a porta ao discernimento. É tempo de sentir.

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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

 

ESTADO (passado, futuro(?), presente):

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sexta-feira, 5 de março de 2010

 

O mundo é dos machos

E isso embora me deixe, não raras vezes, completamente lixada (com F) e com vontade de gritar, não me faz esmorecer.

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