quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

 

INSTANTÂNEOS VI

Sabia definir o momento em que se apaixonara por ele. Era uma tarde de Verão e tinham sido recrutados, pela grande amiga comum, para tomarem um café, enquanto ela matava saudades de ambos. Depois de o deixar em casa, ainda mal o conhecia, ele ficara de porta entreaberta aguardando a sua inversão de marcha e a passagem defronte. Sorriu-lhe. Ela acenou-lhe e soube que era ele. Assim, sem mais.

És tu.

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