sexta-feira, 20 de abril de 2012
IDEIAZINHA(S)
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terça-feira, 20 de julho de 2010
(Pois.)
Era o que temia. Isso dos "autênticos" é outra das invenções românticas da Humanidade.
Etiquetas: ideiazinhas, PENSAMENTOS, Teorias de chacha ou não...
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
CONFISSÕES:
2) Já liguei aí umas 7 vezes para o 760300507. Perguntam vocês: Ó Deia que número é esse? E a Deia responde-vos com um SLOGAN: VOTEM NA DIANA! Sim eu sei que ninguém vê os ídolos, que aquilo é isto e aquilo sem não sei quê e por conseguinte, se uma pessoa se quer considerar isto ou aquilo, não pode ver, ou vê em segredo etc. e tal e depois diz mal e diz que não vê. Ora pecadora me confesso. Eu vejo e torço pela Diana com todas as minhas forças e com alguns 'aérios' que já gastei para que ela vença este programa e vá para Londres estudar, para ser ainda maior do que já é. Ela é a verdadeira artista. Ela tem a voz, o carisma, a garra. Ela é a melhor, não tenho dúvidas. O que é que sucede? Sucede que o Filipe é aquele miúdo de cair para o lado que se vê, com aquela cara da anjo a quem apetece dar colinho e tem uma voz por demais bonita e, no fundo, só as gajas se dão ao trabalho de ligar para estes concursos. Portanto ganhando, não lhe retiro algum mérito mas, vencerá mais por causa das hormonas aos saltos de milhares de mulheres enlouquecidas, do que por ser o justo vencedor. A Diana é "A" tal. Tenho dito.
E atenção que estou a ser completamente imparcial, dado que o Filipe me conquistou no primeiro casting ao ser a primeira e única pessoa no universo de todas as pessoas que concorrerem a todas as edições do Ídolos, até agora, a levar uma música de, adivinhem lá, PEARL JAM. Pois é. Nem com o Betterman ele lá vai.
Filipe, és muito atraente, a tua voz toca-me cá dentro, é certo, raias o Eddie, mas a Diana é que é, e espero ardentemente que por esta vez, nesta(s) sociedade(s) em que um homem com muito menos esforço alcança o que almeja, sem necessidade de tão combativamente - quanto o tem de fazer uma chick - provar dia-a-dia o seu talento, seja uma mulher, A Diana, a conseguir.
3) Gosto de molhar bolachas-maria com manteiga no galão e quando já não dá para o fazer sem mergulhar os dedos, deixo cair os bocados que sobram e no fim faço uma paponga com galão e bolacha com manteiga, que mexo muito bem e como à colherada, com um prazer imenso. É nojento, bem sei, mas eu adoro.
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Etiquetas: ideiazinhas, PENSAMENTOS
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Conheci uma senhora (que é como quem diz a dita ia no mesmo voo que eu) que ao invés de ter serviços da SPAL, da Vista Alegre e da loja do Gato Preto, abre os armários e as baixelas consistem em magníficas peças de plástico da SATA, da TAP e das Emirates Airlines.
Hospedeira: não tem chávena?
Senhora (algo embaraçada mas não o suficiente para deixar o hábito em questão): tenho mas eu gosto de guardar para… Ai como é que se diz? Souvenir? Recordação! Assim é que é. Para recordação. Já tenho tantos… Nem imagina!
Hospedeira: mas sirvo-lhe o café e pode levá-lo à mesma.
Senhora (a rir-se muito e a encolher os ombros): é que assim já vai limpinho.
Eu reflectindo (toda contentinha já a imaginar este mesmíssimo post): tem a sua razão. O asseio é importante e o serviço é bonitinho, em azul-escuro e quê.
TÓPICO 2: Como passar de zen a bruxa irascível em apenas 7 dias.
Local: hotel em praia paradisíaca.
Móbil: equipa de animação do hotel.
Zen que rapidamente (tipo ao 2.º dia) se transformou em bruxa irascível: Deiazinha.
Dia 1, 11h da manhã:
Spaggheti (o gajo da crista e das perninhas de alicate): “E ahora bamós a nuestros juegos olímpicos!” “Allés a notre joués olimpiques” “Come to our Olimpic Games” “Asven gotten olimpiquen gamezen”
Deiazinha (zen): Vamos! Ó vamos! Vamos, vamos!
E correram como se não houvesse amanhã, nem depois de amanhã, nem ontem, nem hoje, nem nada, por cima de espreguiçadeiras, rebentaram balões com o rabo, saltaram dentro de sacos de toalhas, passaram bolas em fila indiana ora por cima da cabeça ora por baixo das pernas. O Bacaró e o Não sei quantos que não me alembra o nome à nossa frente, a bater palminhas entusiasticamente, para os imitarmos, como quem grita ao mundo “Eu sou só ALEGRIA!” A nossa equipa, “Cuba Livre” (tinha muito para dizer sobre a liberdade de Cuba mas acho que eles só se referiam à bebida com rum. E atenção que eu não estava em Cuba. Decidi não voltar tão cedo e cumpri-lo-ei.) venceu. À noite ir ao palco receber prémio. Muito giro, banhinho nas águas turquesa, regresso ao Agualusa (As mulheres do meu pai.) que me tinham emprestado.
Dia 1, 12h: A gordinha da Afro “Petanca! Petanca! Petanca!”
Deiazinha (Ainda: ai que giro eles são tão dinâmicos): No gracias. Cansiadia.
Dia 1, 12h30
A mais pequenina com uma “afrozinha” proporcional: Volley ball! Volley ball! Volley ball!
Deiazinha (Tipo: Bem! Que energia!): Gracias, pero no.
Nota MUITO importante:
“Papa said chocolato, mama said chocolato, mama saída chocolaaaaato.” (ERA ISTO)
Ou
“(…)Ela tiene unas curvas espectaculares. Ela tiene unas curvas espectaculares… lai lai lai.” (O youtube não foi lá com as dicas que lhe dei. Lamento. Sei que estavam em pulgas para ouvir.)
Ou ainda
Uma música que anda aí na berra mas que o youtube por tananãnanãnanãnanã também não foi lá. É mesmo estúpido o youtube é o que é.
Nota também EXTREMAMENTE importante: para calar esta magnífica banda sonora o Spaggethi clamava: “Chupa-te!” Não pensem em ordinarices. Embora não vos saiba explicar a que propósito elegeram “Chupa-te” como forma de o belíssimo DJ3 se calar.
DJ3 interrogam-se vocês? Tem 3 músicas na box e nada mais.
E perguntam vocês "e o que é a box?"
Também não sei, pareceu-me bem dizer box. Foi tudo.
Retomando…
Dia 1, 15h
Spaggeti (Perdoem todos os erros que dei e darei neste post mas escrever em estrangeiro é por demais cansativo): Ahora bamós a nuestros aeróbicos. Now we’re going to our aerobics. Allonsi a nottre aerobics. Vamosgonzen a nozzen aerobicozgen!
(eh palminhas! Palminhas! Tananãnanãnanãnanã)
E isto o dia todo meus amigos. O dia todo.
Dia 1, noite.
Todos ao palco! Bamonos a lo puelco! Allez a plaque! Come to the palque! Comegen to the palken!
E pronto, eu tudo bem. Achei giro o Dia 1.
Dia 2… Começo a ver a cena toda a repetir-se. Não eram os Olimpic Games eram os Crazy Games. Petanca. Aerobicos. Volleyball. And so on.
E eu agarradita ao Agualusa, salvo-seja.
Ora o que é que me começou a aborrecer? Começou a arreliar-me o facto de eles não se contentarem com as pessoas que voluntariamente iam ter com eles, aquelas que a eles se abraçavam e apalpavam como se não houvesse amanhã, mas houvesse um "logo à noite" promissor. Eles tinham de ter TODA a gente ALEGRE com eles. TODA a GENTE! Palminhas! Tannnãnanãnanãnanã...
Olharam para mim e enquadraram-me na categoria de gente. (ERRO). E então chamaram-me para participar em todas as actividades, de TODAS as horas, de TODOS os dias em que lá estive a tentar apanhar sol e a ler, no meu descanso.
Ora, uma pessoa com dificuldade em impor-se o que é que teve de fazer. Sobreviver naquele meio. Via-os a aproximar-se ao longe e fechava os olhos e abria a boca empurrando baba para o canto da boca. (Cheguei a simular um ressonar.) Na piscina quando vinham os “aeróbicos” saía a correr disparada agarrada à bexiga para eles constatarem a premência da minha ausência; à noite quando saíam do palco para ir buscar pessoas ao público esgueirava-me sorrateiramente para trás de uma palmeira ou assim. E foi isto. Uns olimpic games da deia tentando desesperadamente passar despercebida.
Eu só queria não existir para vocês. Compreendem? Eu gostava de vocês. Eu apreciava a vossa alegria. Eu vibrava por vos ver felizes. Mas deixavam-me estar ali “sogadita” só a ler e a beber Margaritas enquanto pensava na vidinha!
Ainda assim, li o Agualusa todo e mais duas LER que tinha em atraso no que dizia respeito às mega-entrevistas do CVM e a um ou outro artigo mais longo sobre autores. (20 valores: Eduardo Lourenço; Jorge de Sena.)
Nota final: Spageti eu sou uma pessoa divertida querido. Pergunta aos meus amigos. Eu gosto de bater palminhas, dançar e cantarolar. Até sou uma pessoa feliz. Agora, não me obriguem pelo amor de deus a demonstrá-lo se NÃO ME APETECER! E NÃO APETECIA FOSGASSE!
(Fizeram com que eu me sentisse a pior pessoa do mundo por não querer partilhar da vossa frenética ALEGRIA porra.)
(E mais... Fizeram-me dizer fosgasse e porra no mesmo post e isso é muito feio.)
Assinado:
A bruxa.
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quarta-feira, 18 de novembro de 2009
É isso Gonçalo...
Para acabar com as "guerras" das quais discordamos, temos de fazer parte da engrenagem, ser peça pequena, aparentemente despicienda. É preciso dizer aos outros que não temos importância, para que não nos vejam como alvos.
Reservarmo-nos de combates brutais, no imediato, que a nada levarão.
Enquanto peça pequena aguardaremos pelo momento em que a falha dessa provoque o tumulto, o vacilar, quem sabe a ruptura da engrenagem.
Uma pequena avaria a fazer mossa no todo.
Assim tem de ser com o mundo em que vivemos.
De nada adianta erguermos escudos e espadas aos grandes. Gritarmos os nossos argumentos. Tentar demovê-los da sede de poder que os cega.
Esmagar-nos-iam como insectos.
Porém, se nos fizermos brandos e inócuos não tentarão destruir-nos, pelo menos para já e ganharemos tempo, para fazer com que a nossa peça pequenina conquiste o seu papel na luta que quisermos encetar.
Não raras vezes vezes é mais útil a espera, que a sofreguidão pela vitória das causas em que acreditamos.
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sábado, 14 de novembro de 2009
também serei capaz de parar de roer o coração.
(Bem vistas as coisas tinha dez anos à data e fi-lo, só com a força de vontade que me habita.)
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quinta-feira, 5 de novembro de 2009
O problema não é vosso. É meu.
Daí que indo eu na rua, a pensar com os meus botões (quando os há, que quando não os há vou só: inspira, expira, inspira, expira...and so on), ao ouvir alguém dizer ao telefone "Sim. Três bicos são suficientes." ou ainda "Quando é que vais ao rego?" isso me remeta para todo um universo que nada tem a ver com fogões ou com freguesias em Celorico de Basto.
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
Pior do que tu a emitir juízos de valor sobre mim:
(Sabes lá tu o que é condenar-se alguém como eu me condeno.)
(Sou implacável.)
(Não há quem me bata nisso de me deitar por terra.)
Por isso...
Poupa-te ao esforço e entrega-te a outrem mais interessante.
Quem sabe a ti.
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quinta-feira, 29 de outubro de 2009
SAPATOS
O percurso que faço não é meu, mas dos sapatos que calço. São esses que me afligem e não me permitem esquecer o pudor que sinto se me mostro descalça aos outros. (Pés nus: Alma desabrigada?). Os sapatos? Protegem-me de ferimentos, é certo. Não permitem porém, que sinta o caminho.
De manhã ao acordar, ainda não pousei os pés no chão e já busco, no escuro, os chinelos. Inicio o dia 1 cm acima do que devia.
E quanto maior o salto, mais longe do meu caminho.
Será algum dia o meu trilho (o) verdadeiro?
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segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Gestos
Destino risível este de nos acharmos relevantes.
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