quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Não preciso de medalhas por bom comportamento no dia da minha morte. Sorrisos? Sim.
Obrigada. Era só.
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terça-feira, 5 de junho de 2012
Pelos meus filhos morrerei, se precisarem que os proteja com o corpo.
Etiquetas: AMOR MAIOR, LIBERDADE, PENSAMENTOS
segunda-feira, 21 de maio de 2012
REENCONTROS
Etiquetas: AMIZADES, AMOR, ANIVERSÁRIO, PENSAMENTOS, SAUDADE
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Cada um faz o melhor que pode. - Declaração de intenções III
Etiquetas: Declaração de Intenções, Exorcismos, PENSAMENTOS
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Do princípio do fim, ou então é só azia.
Etiquetas: (DES)ALENTO, PENSAMENTOS, VIDA
sexta-feira, 20 de abril de 2012
IDEIAZINHA(S)
Etiquetas: ALENTO, APRENDER, ideiazinhas, PENSAMENTOS, PRAZER, VIDA
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Facadinhas
Etiquetas: (DES)ALENTO, PENSAMENTOS
terça-feira, 10 de abril de 2012
Das questões angustiantes:
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Ouve uma coisa:
Etiquetas: PENSAMENTOS
sexta-feira, 9 de março de 2012
DECLARAÇÃO DE INTENÇÕES II:
Recuso a perda da inocência e da capacidade de me encantar. Que se foda o cepticismo.
Etiquetas: ALENTO, Declaração de Intenções, PENSAMENTOS, VIDA
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Gostava...
Não há, para mim, sinal de respeito maior, que tratar outrem como igual.
Etiquetas: PENSAMENTOS, VIDA
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
(MICRO)CONTO DE TERROR
(Molhava o bico.)
Outro penava louco com o que cria que lhe sussurravam, contudo, nada era transmitido deveras.
(Bico seco, seco.)
Aqueloutro não suspirava, nem agia.
(Bico aberto.)
E um havia que acusava os outros de permanecerem quietos, como condenava os restantes se, se revelavam ousados. Persistia em fazer o que não queria, dizer o que não sentia, pensar o que jamais tentaria.
(Bico amargo.)
Todos eram tristes.
Etiquetas: ESCRITA, HISTÓRIAS, PENSAMENTOS
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
A des(H)umanidade matou uma menina.
Cai-nos uma vida aos pés e passamos lestos.
Comemos indiferença como mordemos saborosa e sumarenta maçã.
Rostos altivos ignorando o crime de todos.
Está doente o mundo e eu choro por ele, por mim, pelos homens.
Por aquela criança sem nome, semblante, ou futuro.
Quantos minutos de dor até que alguém ouça um brado mudo?
Que barulho faz o termo de uma existência?
Está doente o mundo.
Uma mãe foi mutilada.
Quantas mãos amordaçam a(s) consciência(s)?
Andreia Azevedo Moreira.
22/10/2011
Etiquetas: GRITOS DE REVOLTA E INDIGNAÇÃO, PENSAMENTOS
terça-feira, 18 de outubro de 2011
IDIOSSINCRASIA
Etiquetas: PENSAMENTOS
sábado, 1 de outubro de 2011
Ruminações no regresso do Café com Letras com Maria Teresa Horta.
Diariamente.
Relevar mágoas, atritos, ressentimentos.
Amiúde.
(Revelando-se-me exequível, sempre.)
Procurar quem me ensinou coisas importantes e agradecer(-lhe):
Hoje.
Mergulhar nesses olhos azuis, por ora destapados, – Ocultos a maior parte do tempo, para que lhe não conheçam da alma mais do que deseja. – num OBRIGADA POR ESTE LIVRO. (Não, ainda, o que veio apresentar.)
Pelas reflexões que me proporcionou; as explicações factuais das coisas, até então, somente pressentidas; pelas luzes. (Não, ainda, as de Leonor.)
Obrigada por me terem demonstrado que este incómodo de ser mulher pode ser força. Pode ser grito. Pode ser caminho.
Não abismo.
Não impossibilidade(s).
Não é qualquer circunstância o que me tolhe os movimentos.
Sou quem me exciso.
Empunho a cortante preguiça.
Desisto sem principiar.
Arquitecto o álibi do meu suicídio.
(A culpa não é minha. A culpa é daqueloutro. Eu cá fazia. Mas…)
(Tretas.)
Sangro(-me).
Muito mais fácil tombar.
Privo-me do prazer imenso que é ser, sem castrações.
Julgo. Aponto. Falo dos outros falando de mim. Condeno-os, porque me condeno.
Ser. Devia ser(-me) mais simples.
Não foi.
A imobilidade cansou-me porque me não é natural. Governou-me o medo.
Hoje é o dia em que dou um passo.
Digo “É.” ao invés de soluçar “Espero…”
Não há vida cansativa o bastante para extinguir quem se não cansa de arder.
Ardo, pois.
Abriram-se-me grades no cérebro quando vos li, três Marias.
Corri engasgada de alegria angustiada, para fora do cárcere em que me permiti morar.
Premente dizer-lho encarando-a.
Um privilégio ter uma das três defronte.
Aspecto frágil, todavia, rochedo.
OBRIGADA.
(OBRIGADA.)
(OBRIGADA.)
O Vosso livro caiu-me no peito com o peso das revelações e tornou-o leve. Respirável.
Num momento em que fui engolida pelo colo que me demandavam e não estava certa de poder dar.
Temi desaparecer.
Assumir múltiplos papeis. Não passa disso. Tê-los. Abraçá-los. Vivê-los.
Cá dentro o mesmo turbilhão, a gana manteve-se.
É indelével.
Sim posso ser “Minha senhora de mim” (A ler, claro está.) sem renunciar a quem de mim, por ora, depende.
Não renuncio a minha carne. Não silencio a minha voz.
Compatíveis assim o queira.
Louca. Histérica. Bruxa. Egoísta. Puta.
Maldade é feminino.
Sobranceria. Mentira. Vaidade.
Quis ser boa,
Bem comportada.
Irrepreensível.
Para quê? Para quem?
Essa pele já não me serve.
Quietude.
Berros.
Conflito(s).
Contestação.
Enxotar o medo dos ombros.
(Pesa muito.)
Não calar.
Gritar enquanto não aprender a transmitir serena o que me move.
Enquanto houver disparidade(s) agressora(s), ou se disser “Não podes!” sob dissimuladas razões.
Enquanto se não derem OPORTUNIDADES IGUAIS, ninguém é livre.
Homens. Mulheres. Pessoas.
Pessoa é feminino.
E humanidade.
E dor.
E coragem.
E asfixia.
E ternura.
E amizade.
E alegria.
E violação.
E felicidade.
E lágrima.
E música.
E força.
E verdade.
E poesia.
E arte.
E literatura.
E persistência.
E criatividade.
E beleza.
E sensibilidade
E morte.
E vontade.
E vida.
E LIBERDADE.
Que me importa o ridículo do quanto manco, agora que me pus a andar?
A(s) voz(es) de fora?
Porque me hei-de amedrontar ante o(s) vazio(s) do(s) outro(s)?
O(s) temor(es) do(s) outro(s).
A crueldade do(s) outro(s). (Não mais certeira que a minha.)
Quem me impediu, até agora, de caminhar?
Outrem?
Não. Eu.
Eu?
Já não estou aqui,
Voo.
Vou.
Sou.
Até já.
Andreia Azevedo Moreira a contraditória.
28/09/2011 – 23h45.
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
MIDNIGHT IN PARIS
Este filme é uma delícia. Thank U WA.
A cada...
...bom filme
...concerto
...avassaladora peça de teatro
...viagem
...conversa das que importam
...deitar e erguer
...curso que frequento
...post no Buddy
...música que (me) enleva
...vez que amo
...ou me apaixono (perdidamente)
...dia de choradeira
...ou gargalhadas
...livro que (me) transcende
...amigo que reencontro
...ou perco
...pessoa que me faz falta
...ou acompanha
...aniversário
...cheiro
...esperança
...desilusão
...cobardia
...ou rasgo de coragem
...confronto com o mar
...pontada de dor de saudade
...momento passado com o meu filho
...dia em que vivo...
DOU MUITO VALOR.
É o tempo a minha maior riqueza.
O tempo que vivi e o que me resta.
O tempo.
Etiquetas: PENSAMENTOS, Recordar-te-ei até ao meu último dia
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Ao atravessar numa passadeira confio que quem conduz o veículo que se aproxima não me quer atropelar. Atravesso-me no seu percurso sem temor(es). A minha vida tão frágil à disposição do livre arbítrio de outrem.
Como pode ser isto? Que raio de contradição é esta que me habita desde que me conheço?
Quem não confia não é confiável.
Não sou de fiar.
Isto é lógico(a).
Eis uma das coisas que quero (muito) mudar cá dentro:
A desCONFIANÇA...
...que alimento em relação aos outros.
(E a mim.)
Etiquetas: PENSAMENTOS, Recordar-te-ei até ao meu último dia, VIDA
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Eis o engodo que se engole com vontade maior. Ávidos cremos no inverosímil. Se nos disséssemos tão só apaixonados - Não sendo de somenos importância note-se. - isso seria aceitável. Que digamos que amamos quem não conhecemos é estupidez. (Passamo-lo todos, pelo menos, uma vez na vida. Estou certa.)
Não se pode amar sem se ter assistido ao pior, ao que não é idealização, ao que (se) é deveras. Olhar para o vómito e cheirá-lo e às flatulências também. Sentir dentro a desilusão com que um dia (que chega sempre) o outro nos estilhaçou o peito. Perder a vontade de bem-querer, para um dia banal a recuperar e perceber quão importante nos é. Segurar a testa febril, limpar lágrimas com as pontas dos dedos, beijar imperfeições, aceitar o que nos agride por não se assemelhar ao que somos.
Acompanhar sonhos. Amparar quedas. Lamber joelhos que se esfolam. Estar. De forma incondicional. Ficar. Para além das traições que possam ser consideradas despiciendas no cômputo dessa soma 1+1=2.
É (demasiado) fácil (con)viver com a luz. A escuridão apavora(-me).
É quando amo até a treva que o faço em completude. Não posso amar uma fotografia se lhe não quiser o negativo. Enamorar-me-ei pela cor, por aquele instantâneo. Nada mais.
Amar: eis o desespero, a autenticidade, a dor de se poder ser desmesuradamente (in)feliz.
A paixão consome-se num suspiro.
Sou afortunada. Já me apaixonei muitas vezes.
(Tenho sido mulher de avassaladoras paixões.)
Mas o presente, que me eleva a sucessão dos dias, é feito deste am(a)or em perene (des)construção.
Que de hoje para amanhã se desmorone? Aceito-o.
Sobreviverei(emos) entre os destroços do que vivo(emos) por opção.
P.S. Já 7!
Etiquetas: AMOR, PENSAMENTOS
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Uma mulher.
CONTINUA.
Etiquetas: ALENTO, DOR, ESCRITA, HISTÓRIAS, PENSAMENTOS
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Como é que uma pessoa sabe(?):
b) Que não vê a coisa porque não pode.
c) Que não vê a coisa porque essa não existe.
d) Que a coisa não existe mas está a querer vê-la.
e) Nenhuma das anteriores ou de como uma pessoa nunca sabe. (Nada.) (De nada.)
Etiquetas: DOR, DÚVIDAS, PENSAMENTOS
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