segunda-feira, 21 de maio de 2012

 

REENCONTROS


Há pessoas com olhos doces, dos que (me) falam, a quem é sempre bom regressar. Habitar-me-ão até ao dia último. Revê-las sabe à saudade que não tinha a noção de ser desmedida. Não há virtualidade que supere estar com aqueles que um dia fizemos nossos. Não há calor maior que o dos sorrisos, do(s) olhar(es), do toque. É nessa vida que me encontro: Quando existo em abraços e beijos e digo “Gosto (muito) de ti.” sem palavras.

Aproveito o post para um Post scriptum: PARABÉNS GUIsado! Aquele abraço. Móchiiiiiiiiiiilllaaaaaaaaaaaaa! :)

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

 

PARABÉNS PUTO NUNO COSTA

Não há duas sem três. Já te liguei, já publiquei no teu mural, faltava o blogger que não me apeteceu aparecer aí. PARABÉNS! Que é que se pode dizer sobre ti? Que és insuportável, egoísta, fundamentalista, parvo, irritante, chato e que às vezes só apetece espancar-te? Não pá. És isso tudo, sim, mas tens qualquer coisa que nos faz (a todos os que se cruzam contigo) adorar-te. Além do mais tens uns bonitos pés, observáveis graças à maravilha que é a CRONOLOGIA (uuuuuuuu) que tos colocou em grande destaque. Quase que se vêem as cutículas pá. Bom deixo-te com os gajos abaixo. Já não te deves identificar mas eu cá lembro-me de ti sempre que os ouço. Um abraço miúdo. Despe o robe, descalça os chinelos e vai fazer stand-up que és melhor que todos os que para aí andam. Andas ali mano a mano com o RAP. Juro! Que me dê uma caganeira. Bem... Tenho de ir ali...

 

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sexta-feira, 23 de março de 2012

 

PARABÉNS HUGO!

Fecho os olhos: Estamos na paragem do autocarro, aquele do «ou entras ou migas!». Eu histérica à procura do passe dentro da bolsa de rebordo preto, tu calmo ignorando o desvario dizendo “procura, está aí de certeza.”. Vejo a casa de Santo Amaro, aquela ao lado da casa das “Velhas” da série portuguesa que imitava a americana e lembro-me com uma nitidez avassaladora do sítio onde a Maggie nos ladrava e da piscina à beira da qual conheci a Step. Minúscula, patinhas levantando alternadamente para me pisar os dedos das mãos. Toco o postal com a mosca colada a fita-cola, repleto de nódoas de gordura carinhosamente plantadas e do super-herói, figurinha de plástico a desempenhar um qualquer papel no insano presente de aniversário. Recordo as dezenas de missivas para aquele jornal de notícias fantásticas (24?) dirigidas à Querida Júlia (?) – PDI que me rouba detalhes. – e a que ainda me grita é a do gajo com um machado cravado na tola posando para nós. Corri qual Julie Andrews pelos descampados perto da linha do comboio enquanto filmavas alucinado, comemos bolos enqueijados que a Teresa fazia na casa da Bzuu, “bateste a(s) bota(s)” depois de gravares o epitáfio enquanto te seguíamos incrédulas e lembro as gargalhadas que éramos quando nos juntávamos. As aulas: Todos de costas para a Tunishom, ou de bata, sugestão tua, líder pelo riso e companheirismo, mais do que pela imposição. Pastéis de bacalhau enterrados nos vasos ao invés de sementes; phones nos ouvidos no lugar das inequações; calduços da Professora Anabela. Lembro-me do dia primeiro das aulas que seriam nossas. A Bzuu ia com a sua camisola de crochet com franjinhas, sei lá porque decorei o pormenor, tu não sei como ias mas sei que pensei: “Ah coitado tão sério.” Podemos enganar-nos redondamente, é certo que o faremos, só pela(s) aparência(s). Tenho nas costas as marcas da roseira para a qual ainda hoje juras (cabrão!) que não me empurraste, dizes que me atirei como se pudesse ser assim tão desequilibrada. Desequilibrada eu? Sabe ao termo que inventaste para as minhas choradeiras Ramonianas: “Estás outra vez com alergia?”. Era alergia pois era… Sei bem é que chegava ao pé de ti a angústia esfumava-se e era só sorriso outra vez. Veio a faculdade e assistimos às chamadas de Amilcar Alhinho e José Tolas para o exame. Falámos, não raras vezes, das mamas da Joana que eram brutais. A Joana sempre te deu a volta à mona. E era tão mazinha a gaja, como é possível? Não és perfeito, bem sei. Fui contigo até ao CRASPEM, algumas vezes. À MANIF do 15 de Outubro. A Mil Fontes enfardar como uma lontra. Jogámos o jogo do copo, dormi no chão a teu lado, borrada de medo, essa noite. Roubaste-me o colchão que transportei sozinha para o lugar, à custa do mau feitio. Gritei “Ó Hugo esta merda está cheia de bichos!” Quando puseste em prática a peregrina ideia de me colocar uma sogra de verga (a sogra, não a verga) debaixo da almofada. Acampámos com ornitólogos e as peidonas (eu e bzuu) não se levantaram para observar os pássaros, objectivo da missão. E tu não te zangaste. Raramente te zangas. És tão boa pessoa, pá. Sei onde estava quando me ligaste a dizer que a Alice tinha morrido. Doeu-me como se tivesse sido a Isabel. E chorei cada uma das mortes da Maggie, da Step, do Sul, como chorei a do Buddy. Presentes a surpresa e a alegria quando soube que encontraras o Amor. Amparaste-me inúmeras vezes. Houve muitas em que não morri porque te tinha na vida. Sabes-me de cor. Creio que te sei de cor, também. Adoro-te Hugo. Acho que não te digo vezes suficientes. És uma grande, grande parte do que sou. Parabéns meu AMIGO.

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terça-feira, 6 de março de 2012

 

PARABÉNS CUNHADO!

Não me estendo no texto para não te arreliar. Já sei que preferes o olho no olho e esse não falhou. Gosto de ti. MUITO!

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domingo, 4 de março de 2012

 

PARABÉNS MOIT(INH)A

Aquele abraço pá! Gosto muito de ti. Espero que tenha sido um dia bom, mesmo bom.



(Posto a 5 como se fora 4 derivado a não me ter conectado no fim de semana.)

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

 

PARABÉNS GONÇALINHO!


Um beijinho para o meu priminho. Piratinha porreiro e metido consigo que ainda me há-de dizer muito, no seu modo silencioso de estar. Gosto muito de ti!

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

 

PARABÉNS RAQUÉ! (E Rita e F.)

Minha amiga insular como é que vai isso desse lado do Oceano? Um grande beijinho cheio de saudades! Para quando um jantarito dos nossos no Caruzzo? Espero que esteja a ser um dia feliz lindinha.

Ai falha gravíssima... PARABÉNS RITINHA! Parabéns F.! Adoro as 2. (14/02/2012)

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

 

PARABÉNS TUCHINHA!


Sinto saudades do teu «pressing» pá! Quando é que arranjas tempo, nessa agenda tão preenchida?


Um beijo grande e um abraço enorme, menina dos olhos doces.

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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

 

Deste aprender a amar-me:

LAMECHICE ALERT! CLICHÉ ALERT! SECA ALERT!

(Atentem como sou perita na arte de me atacar, antes que outrem o faça. Se já disse que isto vai ser lamechas, pejado de lugares-comuns e uma valente seca, que vos resta? Hum? Pois.)

Cedo me tornei a minha pior inimiga.

Cruel. Não tens amigos?! Agarras-te a um lencinho que cheiras à exaustão. É o teu melhor amigo esse lenço encardido? Quero a minha mãe… Ou colinho do pai. «Andreia não leves o lenço para a escola!» «Xe não o levo fico xojinha…» Um caroço no tornozelo. Cancro decerto. E o período que não aparece? És a última. Porque é que não te crescem as mamas? Todas já as têm. Estás parva? Faz qualquer coisa. És um bocado badocha. Tanto rabo para quê? E mamas? Mamas nickles. Que é que foste fazer para esse canto da sala com o Luís? O pai à tua procura. Sai daí. Diz que não querias. Adoece. Diz que não sabes porque te dirigiste à sombra. Sente culpa. Querias um beijo? A que propósito? Foge. Diz-te arrependida. Boa menina. Não se repete. Vais portar-te bem, de ora em diante. Não digas ao Nuno que gostas dele. A Inês também gosta e é mais bonita do que tu. Essa dor de cabeça? Um tumor. Já foste. És a última do corta-mato. Nem correr sabes. Que vergonha. Cora. Baixa os olhos se te encaram. Sê neutra. Olham para ti para te gozar. Acelera o passo. As gargalhadas que ouves? Para te agredir. Para saberes quão ridícula nasceste. Que cheiro é esse? Nas mãos, na roupa, na alma? Claro que o João não te ama, nem o António, ou o Gonçalo. Como? Já olhaste para ti? Já te ouviste? A voz desafinada que nunca diz o que queres. Porque é que nunca dizes o que queres? Dobra-te. Submissa. Entrega-te. Que alguém te queira. Por caridade, claro. Digna de dó. Chora. Chora muito. “Sou aquele a quem privaram de alegria sem ter cometido mal algum.” Escreveste na escrivaninha por baixo dos ‘TOU, Mrs. Frankenstein? Nada é realmente bem feito. Desenrascas-te. Sorte? Entortas o olho direito e os dentes de baixo um desalinho medonho. Os pés para onde não olhas. As mãos sapudas, dizes. Masculinas, pensas. Sinais incontáveis na pele que qualquer dia te engolem. E a celulite, caraças. O fungo na perna direita. A mancha no canino inferior. O cabelo crespo. Quem para to afagar? Refugia-te. Não fales. Não faças. Não vivas. Desaparece.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Cansei (não de ser sexy, nunca fui, mas) deste suicídio mental. Chega porra! Chega! Lento caminhar ao meu encontro. A maior parte da existência foragida de mim. Risível, sim. Por querer que os outros me aceitassem, pelo que se via somente. Por crer que o fariam, quando eu não tentava, sequer. Quando guardava o que me ia dentro com fervor de cão de guarda. Dei-me uma hipótese.

- Olá. Andreia. Tu?
- Também.
- De que é que gostas?
- De escrever, rir muito, falar mais, de ver. E tu?
- Igual. Prazer.
- Vai um cafezinho?

Dei-me a mão e fui conhecer-me melhor. Sem medo(s). Abrir o peito, escarafunchar as feridas, abraçar-me, esbofetear-me q.b. (hábitos arreigados não morrem do pé para a mão). Aprendi que os meus ombros não foram feitos para andar curvados (obrigada F.) e que de nariz no chão, perco a paisagem. Habituei-me à minha voz e comecei a escutá-la. Dar-lhe importância. Sim, podes desejar isso. Não é descabido. Apenas é. Porque te interrogas tanto? Descansa um pouco. Aceita(-te). Ai erras, erras. Não és perfeita. Não. Ainda assim não é preciso esse chicote. Pousa-o. Não te doem as costas? Estão tão marcadas. Solta-te do poste. A escravatura (pelo menos a declarada) acabou há muito. Faz o que queres. O que queres, não o que os outros esperam. Os outros nunca estão satisfeitos, como também raras vezes te contentas com eles. Somos assim. És um deles, sabes? Tão-só humana. Não ages sempre bem, não. Portas-te mal, sim. Esquece essa mania da perfeição. Como se andasses constantemente em desacerto e os demais nunca se enganassem. Todos cagamos, todos morremos. Simples. Sem roupa temos frio, somos vulneráveis. Não és mais, mas não és menos. És. Encara-te. Tens defeitos, pois tens: falas demais; dizes que não impinges a tua maneira de pensar, já a fazê-lo; és agressiva; defensiva; desconfiada; tímida em demasia (já em recuperação); calas-te, ainda, imensas vezes; não és convicta em coisas que deverias (desconheço se isso faz de ti cobarde); és melindrosa (“Picas-te” com muito pouco e, amiúde, com afirmações que te não dizem respeito); opinas sobremaneira (Aprende a ouvir somente. Se te dizem: é assim. Aceita que o é, sem querer “consolar” à força.); tens a mania da perseguição; fazes pouco por ti.

(Ai que esta era a parte em que dizia bem de mim. Foda-se. Pronto agora é que é:)

Sou uma miúda porreira.

(A experiência neste departamento não é grande. Fico-me pela sinopse.)

Curioso que tenham sido necessários 34 anos. Hoje, de facto, as olheiras, as peles das bochechas e do papo a descerem (cabronas!), as rugas, a cintura que não volta a ser tão fina, as pernas a cansarem-se mais depressa, o cabelo a rarear, os olhos sem a vivacidade de outrora, os derrames, a juventude visível a acabar-se-me e eu a sentir-me linda. Linda! Por dentro, onde mais importa, sou catraia jeitosa e nessa idade interior permanecerei até ao último fôlego. Adquiri segurança que só o tempo e a(s) experiência(s) me podiam trazer. Sozinhos estamos todos. Ter-me-ei, até ao fim, por companhia. Convém ser agradável e não uma chata, sempre a espartilhar-me com críticas negativas.

(Vi um ruivo no American Idol que com 16 anos já sabia disto. Deu-se-me uma epifania, ah pois deu.)

Não sei o que pretendo com tanto palavreado. Quando pensei nisto pareceu-me boa ideia, agora uma grande cagada. Tudo para dizer que me limito a viver o melhor que sei e posso. E que acredito que não há impossíveis e que nunca é tarde e que serei capaz de fazer tudo quanto me proponha e todas essas frases maravilhosas que debitamos, enquanto sentamos a peidola no sofá e ficamos quietinhos à espera de uma chuva de milagres pessoais. Quero ser um exemplo de vida vivida, para o Tiago. Não um monte de angústias e de “ah se eu isto, ah se eu aquilo.” . Um passo de cada vez, faço o meu percurso. Mas ando. Sinto-me livre. Sou livre. A vida acontece-me. Há escolha(s). Sei lá se acerto. Sei que gosto disto. Mesmo quando penso: qual o sentido? Que grande palhaçada. (Sem desprimor prós palhaços ó TéTé. Maneira de falar.) Gosto mesmo muito de cá andar. Dos amigos, da família, das pessoas que tenho conhecido e a quem aprendo, a pouco e pouco, a dar-me. Falar com as pessoas não é tão difícil como supunha.

Parabéns a mim que já evoluí muito e almejo continuar a aprender. Quando não sei o que fazer de mim? Invento. Mas não paro.

Venham mais 34, por deus, que isto é bom comó caralh…

(Sou asneirenta, pois sou. Notem. Notem como me assumo sem preconceito. Há uns anos? ‘Tá quieto. Ah e tal sou tão delicadinha. Não sou pá. Sou assim p’ro desajeitada.)

E vai de maneiras que é isto.

Ó Deia se fosses melómana sabias agora ir escolher uma musiquinha toda catita e muito original p’ro teu aniversário. Como não és… Aí vai alho:


Post scriptum 1 - Era para ter dito ao mundo o que não posso dizer-te. Arrependi-me.

Post scriptum 2 - Parabéns Anastácio. Há anos que não falamos, mas terás sempre um lugar no meu coração. Dia feliz rapaz! beijinhos

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sábado, 28 de janeiro de 2012

 

PARABÉNS PAULINHA

                                                                      (clicar na imagem por obséquio)

Amiga, estás a ler(-me)? Já passámos por tanto que tenho certo que a nossa amizade é para sempre. Houve alturas de maior proximidade, outras de afastamento. Meras fases num caminho feito a duas. Gosto muito de ti. Estou sempre aqui.

Um abraço apertado, apertado, apertado.

Dia feliz!

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

 

Tia Manuela:

Se te pudesse alcançar dir-te-ia duas coisas:

1) Adoro-te como se adora uma mãe.

2) Obrigada pela infância contigo, em que fui tão feliz.

ORAÇÃO:

Que não saibas desta atroz ausência que te engoliu.
Que não sofras.
Que o teu silêncio seja feito de serenidade.

Sinto falta de Ti.

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domingo, 22 de janeiro de 2012

 

PARABÉNS (PRIMA) PAULA!

Aquele xi-coração com saudades.

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

 

PARABÉNS BZUU

Derivado à parvoeira de que fui acometida no ano transacto, a certa altura (aí por volta de Março, ou Maio) deixei de postar as felicitações, pelos aniversários das minhas pessoas. Tantos dias importantes deixei para trás que, às tantas, achei por bem desistir da coisa, pelo menos enquanto andasse azamboada. Eis que se me agarram aos colarinhos com a pergunta: E estás melhorzinha filha? Ao que vos respondo de cabeça enviesada: Não sei. O que sei, é que hoje recomeço a tradição. Quem é que faz anos? Quem é que faz anos? - Vocês saltitando. - A minha Bzuu! - Eu de braços abertos, pose triunfante, alegria estampada no rosto.

Parabéns minha Amiga, minha companheira de tragédia(s) e palhaçada(s).

Penso em ti. Marcam-me o teu sorriso inacreditavelmente bonito e a placidez com que encaixas os murros da vida. Poderão perder vivacidade, por momentos, os teus olhos, jamais a doçura e isso é especial. Estás comigo desde os quinze anos. Mais de metade de uma existência que se realiza deveras na(s) Amizade(s). Recordo-nos desde então e defino-nos: gargalhada(s). Revela-se tudo tão leve nesta pertença em que ninguém se possui.

Um privilégio pertencer-te. Obrigada.

Um abraço daqueles.

Adoro-te.

(Assim que puder, complemento-te isto com um vídeo do "tu tubo" de um gajo com uma voz que uuuuui valha-me minha nossa senhora... A dizer I hope that's gonna make you notice. Someone like me. la la la la la la.)

EISIO! (Diz que é morenito. hi hi hi)

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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

 

Ano Primeiro.

tive visceral certeza que te reconheceria.
incondicionalmente.
ainda ignara quanto à matéria, ânimo ou
género que te compunham.
ouvi-te. pulsavas. bastou para saber-te. definitivo.

(m)eu.
almejo que nunca o sejas.
amo-Te.
como és.
assim mesmo.
como és.
nunca (me) ouças o contrário.

(posso perder-me.)

amo-Te.

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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

 

PARABÉNS JOÃO

Sei pela tua irmã que este era "O" dia do ano. Adoravas festejá-lo. Vou imaginar-te rugas que não tinhas, pudesses envelhecer deveras . Manténs-te vivo no coração de todos por quem passaste com o teu sorriso bonito. No meu também. Continuo a lembrar-te e a prestar-te o meu tributo sendo grata por cada dia. Aquele abraço João. Vemo-nos, de novo, um dia. Fazes muita falta.

Os nossos Pearl Jam.

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sábado, 15 de outubro de 2011

 

15/10/1946

Release (Lyrics)

Artist: Pearl Jam

Composer: Vedder/Gossard/Ament/McCready/Krusen

I see the world
Feel the chill
Which way to go
Windowsill
I see the words
On a rocking horse of time
I see the birds in the rain

Oh dear dad
Can you see me now
I am myself
Like you somehow
I'll ride the wave
Where it takes me
I'll hold the pain
Release me

Oh dear dad
Can you see me now
I am myself
Like you somehow
I'll wait up in the dark
For you to speak to me
I'll open up
Release me
Release me
Release me
Release me

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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

 

PARABÉNS BUDDY MEU FILHOTE.

Lembro-me de ti cachorro. Ganias as entranhas sozinho na varanda. Quando me chegava a ti na madrugada iluminavas-te numa agitação alegre. Pegava-te ao colo e nada havia para além de nós. Lembro-me da tua barriga desproporcional de bebé e das corridas doidas no jardim da frente. Eu louca por não te conseguir agarrar, tu feliz com a brincadeira desconhecedor, ou desafiador, da minha zanga. Recordo as orelhas presas com uma mola para não as mergulhares no arroz de trinca com miúdos, lombardo e cenoura. Sei do primeiro banho e da primeira vez que alçaste a perna. Recordo o sentimento de perda avassalador quando te esqueci na rua, no dia seguinte ao acidente de acelera com a Cátia, enquanto recordávamos os pormenores para falar com o perito. Não sei o que teria feito se não tivesses voltado. Conheço de cor os teus gostos e as antipatias. Sinto, ainda, o frémito da tua busca quando de ti me escondia atrás de uma porta. Ouço-te as patas no soalho de madeira. Sinto-lhes as almofadinhas. Tenho o teu cheiro colado ao olfacto e os sons de satisfação da tua garganta pendurados nos ouvidos. A maciez dos teus lábios na ponta dos indicadores. Os grãozinhos no lombo quando infestado de pulgas. O pavor do banho. A corrida frenética que o sucedia. As lambidelas que levei, húmidas no rosto. Agarro-as com as palmas das mãos. O passado não nos morre. Tu não me morres(te). Andas aqui e parte de mim é o que contigo viveu. O criar-te, a curta vida, a morte. A decisão que tomei. Tenho muitas saudades tuas. Amo-te piturrinho. Muito. A gente vê-se, novamente, um dia. Tenho fé. Até lá, mais um ano em que recordo, sem te poder abraçar, o dia em que nasceste.

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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

 

E vão 6.

Por estarem desse lado e me esperarem quando me ausento. Aquele abraço de reconhecimento a todos.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

 

11 = [1 + 1 = 3]

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

 

Parabéns Zita! Aquele abraço (forte) com saudades.

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