segunda-feira, 21 de maio de 2012
REENCONTROS
Etiquetas: AMIZADES, AMOR, ANIVERSÁRIO, PENSAMENTOS, SAUDADE
quinta-feira, 5 de abril de 2012
PARABÉNS PUTO NUNO COSTA
Etiquetas: AMIZADES, ANIVERSÁRIO
sexta-feira, 23 de março de 2012
PARABÉNS HUGO!
Etiquetas: ALENTO, AMIZADES, AMOR, ANIVERSÁRIO
terça-feira, 6 de março de 2012
PARABÉNS CUNHADO!
Etiquetas: AMOR, ANIVERSÁRIO, Família
domingo, 4 de março de 2012
PARABÉNS MOIT(INH)A
(Posto a 5 como se fora 4 derivado a não me ter conectado no fim de semana.)
Etiquetas: AMIZADES, ANIVERSÁRIO
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
PARABÉNS GONÇALINHO!
Etiquetas: AMOR, ANIVERSÁRIO, Família
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
PARABÉNS RAQUÉ! (E Rita e F.)
Ai falha gravíssima... PARABÉNS RITINHA! Parabéns F.! Adoro as 2. (14/02/2012)
Etiquetas: AMIZADES, ANIVERSÁRIO, SAUDADE
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
PARABÉNS TUCHINHA!
Sinto saudades do teu «pressing» pá! Quando é que arranjas tempo, nessa agenda tão preenchida?
Um beijo grande e um abraço enorme, menina dos olhos doces.
Etiquetas: ALEGRIAS, AMIZADES, ANIVERSÁRIO
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Deste aprender a amar-me:
(Atentem como sou perita na arte de me atacar, antes que outrem o faça. Se já disse que isto vai ser lamechas, pejado de lugares-comuns e uma valente seca, que vos resta? Hum? Pois.)
Cedo me tornei a minha pior inimiga.
Cruel. Não tens amigos?! Agarras-te a um lencinho que cheiras à exaustão. É o teu melhor amigo esse lenço encardido? Quero a minha mãe… Ou colinho do pai. «Andreia não leves o lenço para a escola!» «Xe não o levo fico xojinha…» Um caroço no tornozelo. Cancro decerto. E o período que não aparece? És a última. Porque é que não te crescem as mamas? Todas já as têm. Estás parva? Faz qualquer coisa. És um bocado badocha. Tanto rabo para quê? E mamas? Mamas nickles. Que é que foste fazer para esse canto da sala com o Luís? O pai à tua procura. Sai daí. Diz que não querias. Adoece. Diz que não sabes porque te dirigiste à sombra. Sente culpa. Querias um beijo? A que propósito? Foge. Diz-te arrependida. Boa menina. Não se repete. Vais portar-te bem, de ora em diante. Não digas ao Nuno que gostas dele. A Inês também gosta e é mais bonita do que tu. Essa dor de cabeça? Um tumor. Já foste. És a última do corta-mato. Nem correr sabes. Que vergonha. Cora. Baixa os olhos se te encaram. Sê neutra. Olham para ti para te gozar. Acelera o passo. As gargalhadas que ouves? Para te agredir. Para saberes quão ridícula nasceste. Que cheiro é esse? Nas mãos, na roupa, na alma? Claro que o João não te ama, nem o António, ou o Gonçalo. Como? Já olhaste para ti? Já te ouviste? A voz desafinada que nunca diz o que queres. Porque é que nunca dizes o que queres? Dobra-te. Submissa. Entrega-te. Que alguém te queira. Por caridade, claro. Digna de dó. Chora. Chora muito. “Sou aquele a quem privaram de alegria sem ter cometido mal algum.” Escreveste na escrivaninha por baixo dos ‘TOU, Mrs. Frankenstein? Nada é realmente bem feito. Desenrascas-te. Sorte? Entortas o olho direito e os dentes de baixo um desalinho medonho. Os pés para onde não olhas. As mãos sapudas, dizes. Masculinas, pensas. Sinais incontáveis na pele que qualquer dia te engolem. E a celulite, caraças. O fungo na perna direita. A mancha no canino inferior. O cabelo crespo. Quem para to afagar? Refugia-te. Não fales. Não faças. Não vivas. Desaparece.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
Cansei (não de ser sexy, nunca fui, mas) deste suicídio mental. Chega porra! Chega! Lento caminhar ao meu encontro. A maior parte da existência foragida de mim. Risível, sim. Por querer que os outros me aceitassem, pelo que se via somente. Por crer que o fariam, quando eu não tentava, sequer. Quando guardava o que me ia dentro com fervor de cão de guarda. Dei-me uma hipótese.
- Olá. Andreia. Tu?
Dei-me a mão e fui conhecer-me melhor. Sem medo(s). Abrir o peito, escarafunchar as feridas, abraçar-me, esbofetear-me q.b. (hábitos arreigados não morrem do pé para a mão). Aprendi que os meus ombros não foram feitos para andar curvados (obrigada F.) e que de nariz no chão, perco a paisagem. Habituei-me à minha voz e comecei a escutá-la. Dar-lhe importância. Sim, podes desejar isso. Não é descabido. Apenas é. Porque te interrogas tanto? Descansa um pouco. Aceita(-te). Ai erras, erras. Não és perfeita. Não. Ainda assim não é preciso esse chicote. Pousa-o. Não te doem as costas? Estão tão marcadas. Solta-te do poste. A escravatura (pelo menos a declarada) acabou há muito. Faz o que queres. O que queres, não o que os outros esperam. Os outros nunca estão satisfeitos, como também raras vezes te contentas com eles. Somos assim. És um deles, sabes? Tão-só humana. Não ages sempre bem, não. Portas-te mal, sim. Esquece essa mania da perfeição. Como se andasses constantemente em desacerto e os demais nunca se enganassem. Todos cagamos, todos morremos. Simples. Sem roupa temos frio, somos vulneráveis. Não és mais, mas não és menos. És. Encara-te. Tens defeitos, pois tens: falas demais; dizes que não impinges a tua maneira de pensar, já a fazê-lo; és agressiva; defensiva; desconfiada; tímida em demasia (já em recuperação); calas-te, ainda, imensas vezes; não és convicta em coisas que deverias (desconheço se isso faz de ti cobarde); és melindrosa (“Picas-te” com muito pouco e, amiúde, com afirmações que te não dizem respeito); opinas sobremaneira (Aprende a ouvir somente. Se te dizem: é assim. Aceita que o é, sem querer “consolar” à força.); tens a mania da perseguição; fazes pouco por ti.
(Ai que esta era a parte em que dizia bem de mim. Foda-se. Pronto agora é que é:)
Sou uma miúda porreira.
(A experiência neste departamento não é grande. Fico-me pela sinopse.)
Curioso que tenham sido necessários 34 anos. Hoje, de facto, as olheiras, as peles das bochechas e do papo a descerem (cabronas!), as rugas, a cintura que não volta a ser tão fina, as pernas a cansarem-se mais depressa, o cabelo a rarear, os olhos sem a vivacidade de outrora, os derrames, a juventude visível a acabar-se-me e eu a sentir-me linda. Linda! Por dentro, onde mais importa, sou catraia jeitosa e nessa idade interior permanecerei até ao último fôlego. Adquiri segurança que só o tempo e a(s) experiência(s) me podiam trazer. Sozinhos estamos todos. Ter-me-ei, até ao fim, por companhia. Convém ser agradável e não uma chata, sempre a espartilhar-me com críticas negativas.
(Vi um ruivo no American Idol que com 16 anos já sabia disto. Deu-se-me uma epifania, ah pois deu.)
Não sei o que pretendo com tanto palavreado. Quando pensei nisto pareceu-me boa ideia, agora uma grande cagada. Tudo para dizer que me limito a viver o melhor que sei e posso. E que acredito que não há impossíveis e que nunca é tarde e que serei capaz de fazer tudo quanto me proponha e todas essas frases maravilhosas que debitamos, enquanto sentamos a peidola no sofá e ficamos quietinhos à espera de uma chuva de milagres pessoais. Quero ser um exemplo de vida vivida, para o Tiago. Não um monte de angústias e de “ah se eu isto, ah se eu aquilo.” . Um passo de cada vez, faço o meu percurso. Mas ando. Sinto-me livre. Sou livre. A vida acontece-me. Há escolha(s). Sei lá se acerto. Sei que gosto disto. Mesmo quando penso: qual o sentido? Que grande palhaçada. (Sem desprimor prós palhaços ó TéTé. Maneira de falar.) Gosto mesmo muito de cá andar. Dos amigos, da família, das pessoas que tenho conhecido e a quem aprendo, a pouco e pouco, a dar-me. Falar com as pessoas não é tão difícil como supunha.
Parabéns a mim que já evoluí muito e almejo continuar a aprender. Quando não sei o que fazer de mim? Invento. Mas não paro.
Venham mais 34, por deus, que isto é bom comó caralh…
(Sou asneirenta, pois sou. Notem. Notem como me assumo sem preconceito. Há uns anos? ‘Tá quieto. Ah e tal sou tão delicadinha. Não sou pá. Sou assim p’ro desajeitada.)
E vai de maneiras que é isto.
Ó Deia se fosses melómana sabias agora ir escolher uma musiquinha toda catita e muito original p’ro teu aniversário. Como não és… Aí vai alho:
Post scriptum 1 - Era para ter dito ao mundo o que não posso dizer-te. Arrependi-me.
Etiquetas: 34, ALENTO, ANIVERSÁRIO, Sou uma miúda porreira, VIDA
sábado, 28 de janeiro de 2012
PARABÉNS PAULINHA
Etiquetas: AMIZADES, ANIVERSÁRIO
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Tia Manuela:
1) Adoro-te como se adora uma mãe.
2) Obrigada pela infância contigo, em que fui tão feliz.
ORAÇÃO:
Que não saibas desta atroz ausência que te engoliu.
Que não sofras.
Que o teu silêncio seja feito de serenidade.
Sinto falta de Ti.
Etiquetas: AMOR, ANIVERSÁRIO, Família
domingo, 22 de janeiro de 2012
PARABÉNS (PRIMA) PAULA!
Etiquetas: AMOR, ANIVERSÁRIO, Família
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
PARABÉNS BZUU
EISIO! (Diz que é morenito. hi hi hi)
Etiquetas: AMIZADES, AMOR, ANIVERSÁRIO
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Ano Primeiro.
incondicionalmente.
ainda ignara quanto à matéria, ânimo ou
género que te compunham.
ouvi-te. pulsavas. bastou para saber-te. definitivo.
(m)eu.
almejo que nunca o sejas.
amo-Te.
como és.
assim mesmo.
como és.
nunca (me) ouças o contrário.
(posso perder-me.)
amo-Te.
Etiquetas: AMOR MAIOR, ANIVERSÁRIO
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
PARABÉNS JOÃO
Os nossos Pearl Jam.
Etiquetas: AMIZADES, ANIVERSÁRIO, Da dor alheia que fere como se nossa, Recordar-te-ei até ao meu último dia, SAUDADE
sábado, 15 de outubro de 2011
15/10/1946
Artist: Pearl Jam
Composer: Vedder/Gossard/Ament/McCready/Krusen
I see the world
Feel the chill
Which way to go
Windowsill
I see the words
On a rocking horse of time
I see the birds in the rain
Oh dear dad
Can you see me now
I am myself
Like you somehow
I'll ride the wave
Where it takes me
I'll hold the pain
Release me
Oh dear dad
Can you see me now
I am myself
Like you somehow
I'll wait up in the dark
For you to speak to me
I'll open up
Release me
Release me
Release me
Release me
Etiquetas: ANIVERSÁRIO, Do amor maior perdido
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
PARABÉNS BUDDY MEU FILHOTE.
Etiquetas: AMOR, ANIVERSÁRIO, BUDDY, SAUDADE
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
E vão 6.
Etiquetas: ALENTO, AMOR, ANIVERSÁRIO, Arrebatamento, ESCRELER
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
11 = [1 + 1 = 3]
Etiquetas: AMOR, ANIVERSÁRIO
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Parabéns Zita! Aquele abraço (forte) com saudades.
Etiquetas: AMOR, ANIVERSÁRIO, Família
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