sexta-feira, 28 de outubro de 2011
05/10/1993 - 28/10/2002
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
PARABÉNS BUDDY MEU FILHOTE.
Etiquetas: AMOR, ANIVERSÁRIO, BUDDY, SAUDADE
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Se o desespero do meu choro
tivesse algum poder,
estavas de novo ao pé de mim.
Se todas as minhas lágrimas
se juntassem com a força de um rio,
estarias aqui a olhar para mim.
Se a dor da tua ausência
ecoasse em gritos ensurdecedores,
voltarias para casa agora.
Se a tristeza do meu olhar
pudesse falar,
dir-te-ia que és preciso aqui.
Mas, como o meu desespero,
as minhas lágrimas,
a minha dor e a minha tristeza,
nada podem contra a morte...
...Continuas aí no céu,
anjo meu.
13 de Fevereiro de 2003
Andreia Azevedo Moreira
(Ao Buddy)
Etiquetas: AMOR, BUDDY, DECISÕES DIFÍCEIS, SAUDADE
terça-feira, 5 de outubro de 2010
BUDDY
Hoje seriam 17. Já foste há quase tanto tempo quanto o tempo que passámos juntos. Estás tão presente, ainda. (Vais estar sempre, sei disso.)Há dois dias fui ver um filme e esse foi toda a saudade que te tenho. Era a dor de te ter perdido e a alegria imensa em te recordar inteiro. Perto. Único. Verdadeiro. Vibrante.
Pedir-te foi o acto de egoísmo da menina mimada que não entendia o que estava prestes a fazer-te. Querias companhia. Nós que nos queixamos tanto da solidão, impomos aos animais a(s) mais dura(s) pena(s). Incontáveis horas esperando por nós, ainda assim agradecidos. Meigos. Amorosos.
É óbvio que não te queria mal. Queria apenas um ser para amar e que me amasse. E assim te tive. Quando os meus pais cederam aos rogos da filha melancólica. Havia dois na ninhada que me diziam "sou eu". Um ganiu. O outro (tu) adormeceu-me no colo. Como no filme, (não) resta (qu)a(lquer) dúvida se te encontrei, se me escolheste e os 9 anos que pude viver-te foram o mais puro amor que até então experienciei.
Era uma vez um cãozinho maroto que se pelava por um petisco, quando o via mordia os lábios lateralmente, entortava a cabeça e punha um ar alucinado. Ríamos muito com o focinho dele e faziamos-lhe a vontade enquanto ele abanava o rabinho satisfeito. Muitas vezes ao passear fazia-se surdo para fazer o que bem entendia. Era um cão com personalidade forte. Muito reguila. A Deia chamava-lhe meu puto e olhar para ele, de tão bom, às vezes, até doía. Corria atrás de pedras como quem persegue obstinado um sonho. Saltos e saltinhos por entre a erva altaneira. Era destemido no mar mas não gostava nem um bocadinho da banheira. Gostava de esparguete cru e sabonete, dos restos de carapau, de pão sem nada, de lamber os frascos de iogurte, de arroz de miúdos e ração normal. Era um cão de boca santa e as 19h eram impreterivelmente a hora da janta. Este cãozinho preto tinha muito para nos dar e era o melhor companheiro que qualquer menino ou menina poderia desejar. Deia cresceu com ele e com ele muito aprendeu. Amou-o incondicionalmente e nunca, nunca, nunca o esqueceu. Mesmo não o podendo ver por muitos, muitos anos, enquanto Deia viveu, recordou a sua foquinha e o amor desmedido pelo seu piturrinho jamais esmoreceu.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
ALEGRIA mas é de cá andar há 5 anos!
Joy, Joy, Joy from Stephanie Green on Vimeo.
Não tenho filmes do meu Buddy. Tenho fotografias, tenho-o no peito e ao cheiro dele gravado no nariz de forma indelével. Estejam certos que era preto (é só olhar para o canto superior esquerdo deste estaminé) e que a alegria dele na praia era desmedida e semelhante à do cãozinho do filme. Era tão efusiva como hoje é a minha por cá andar.
(Não me encontro fazendo covinhas na areia para enterrar a pedra que me atiraram, nem abanando o rabinho, mas estou feliz, ai isso estou.)
OBRIGADA A TODOS os que me acompanham e me têm lido os desvarios.
AQUELE (GRANDE E SENTIDO) ABRAÇO.
P.S. Ó F. continuo grata. Foste a tal luz na minha vida.
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quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Que saudades "puto". Eras danadinho para a brincadeira.


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segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Buddy
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
28 de Outubro 2002
Etiquetas: BUDDY
domingo, 5 de outubro de 2008
BUDDY:
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
28 de Outubro 2002
http://br.youtube.com/watch?v=1NNLzheTxCA
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quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Ontem, hoje, amanhã.
HOJE: Dia mundial do animal. Desde pequena, sensível mais aos animais do que às pessoas. Temos no mundo animal exemplos do melhor que poderia haver em nós, sem o dito cujo do raciocínio que dizem ser apenas característica nossa e que eu muitas vezes (a maioria das vezes...) questiono, tantas são as "borradas" que fazemos. Sim senhora temos raciocínio mas não estamos acima da natureza ou dos restantes seres (animais/vegetais). Somos um todo, precisamos de todos os "componentes" para que haja equilíbrio! Os animais TÊM sentimentos!! Os animais MERECEM RESPEITO, têm direito a ser tratados com DIGNIDADE, têm direito a viver no seu habitat natural. Se não os conseguem amar ao menos que os respeitem e não lhes façam mal. Falando de animais domésticos: NÃO OS ABANDONEM. Falando dos animais que nos servem de alimentação: TÊM DE SER TRATADOS COM RESPEITO. Alterar as condições em que são criados (Aviários sobrelotados, transporte de animais em condições aberrantes, tratando-os como se fossem sacos de batatas - ELES SENTEM DOR!!! etc. etc. etc.). Animais usados em testes... INOMINÁVEL (Eu procuro SEMPRE produtos que não sejam testados em animais. Será que consigo? Se se fazem testes em PESSOAS em países do 3º mundo. Como chegar ao respeito pelos animais se não se respeita sequer a própria espécie. Que mundo é este? Onde nos leva a evolução?!!). Ainda terá de haver um dia mundial do animal por muito tempo... Que cada vez mais pessoas os olhem com o respeito e o carinho que nos merecem (TODOS eles, não apenas o cãozinho e o gatinho, mais "tradicionais" e mais próximos).
AMANHÃ: PARABÉNS Buddy! Cá dentro fazes os 14! Tinha a convicção que quando tivesse trinta e tal (vieste para mim tinha eu quinze) e fosse já uma senhora, casada e com filhos que estarias perto de mim na "nova" casa. E que me acompanharias até eu ser "velhinha" (tipo com 35 anos - para uma miúda de quinze ter trinta e cinco é ser velha...) e que nessa altura já não me custaria tanto quando partisses. Não sabia mesmo NADA de nada. Hoje sou uma "velhinha" quase com trinta, sinto-me uma miúda, não tenho filhos nem me sinto preparada para os ter e a tua partida custa-me muito, custa-me horrores. O coração apertado. O nó na garganta, ainda hoje, volvidos cinco anos. Ainda hoje as lágrimas, ainda hoje sufoco quando caio em mim e é "nunca mais". Foram 9 anos de alegria, de companhia, de afecto. Foram 9 anos que muitas vezes não aproveitei como devia e que não tinha consciência que passariam a voar como aconteceu. 9 anos de um amor incondicional. Nunca me disseste uma palavra e eu sabia. E eu sentia. PARABÉNS BUDDY (piolho, foquinha, piturrinho) PARABÉNS! Festinhas na malhinha branca que trazias ao peito e atrás das orelhas vigorosamente. Saudades do teu cheiro, do teu ganir, do teu ladrar tosco, do teu focinho a dar-me marradinhas na mão, da tua alegria atrás das pedras dos teus ouvidos moucos quando havia cadelas com o cio, da tua paixão pela francisca, do teu ódio de estimação pelos cães do prédio ao lado, da tua orelha baixa qdo fazias asneiras, da tua cabeça à janela do carro, língua pra trás a engolir o vento, do arranhar na porta do quarto quando eu dormia demais, da alegria para ir à rua, do teu olhar meigo, saudades de ti, todo!
Deia.
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segunda-feira, 30 de julho de 2007
MARLEY E EU
BUDDY (5Out.1993-28Out.2002)
Queria ter o poder de o curar.
De lhe arrancar a dor com meiguice,
como tantas outras vezes (o) fiz.
Queria poder dizer-lhe,
já falta pouco, estás quase bom!
É só mais este remédio!
Porém, quis o "destino"
que eu desta vez nada pudesse
assisto impotente ao seu fim.
Ele olha para mim mortiço
como que a pedir socorro
e eu morro mais um pouco...
Se ao menos ele não sofresse...
Andreia Azevedo Moreira
13 de Outubro de 2002
segunda-feira, 19 de setembro de 2005
A força do meu desespero nada pode...
tivesse algum poder,
estavas de novo ao pé de mim.
Se todas as minhas lágrimas,
se juntassem com a força de um rio,
estarias aqui a olhar para mim.
Se a dor da tua ausência
ecoasse em gritos ensurdecedores,
voltarias para casa agora.
Se a tristeza do meu olhar
pudesse falar,
dir-te-ia que és preciso aqui.
Mas, como o meu desespero,
as minhas lágrimas,
a minha dor e a minha tristeza,
nada podem contra a morte...
...Continuas aí no céu,
anjo meu.
13 de Fevereiro de 2003
Andreia Azevedo Moreira
(Ao Buddy)
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sexta-feira, 16 de setembro de 2005
Buddy
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