segunda-feira, 12 de março de 2012

 

Há momentos em que uma pessoa não tem pernas para o quanto quer saltar

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Estou tão contentiiiiiiiiiiiii!

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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

 

PARABÉNS TUCHINHA!


Sinto saudades do teu «pressing» pá! Quando é que arranjas tempo, nessa agenda tão preenchida?


Um beijo grande e um abraço enorme, menina dos olhos doces.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

 

Coisas que me dão um gozo do caraças:

Punr inxemplos: Participar em desafios lançados por revistas e / ou estações de rádio. Que é que penso, no âmago do meu ser egocêntrico derivado a ser única cria?

ARE YOU TALKING TO ME?

Claro que nunca obtenho resposta. Para que preciso de respostas, se é meu apanágio ouvir o que me apetece?

Pois. Vai daí, uma das cenas em que participei ultimamente foi num desafio da LER em que tínhamos de criar uma frase relacionada com a leitura.

O que é que sucede? Sucede que não entendi logo de início que o objectivo seria mesmo arranjar uma frase sobre esse acto maravilhoso que é ler, digna de figurar numa t-shirt. Achei que o discurso era em sentido figurado "ah e tal uma t-shirt" vindo a constatar, mais tarde, que não era.

Assim, a boa da Deia espremeu-se toda para chegar À frase. Foram horas, meus amigos. Centenas de minutos que me proporcionaram momentos de prazer indescritível para obter "isto", de que muito me orgulho. (Ainda que para nada sirva. Não dá para vestir, não dá para comer, mas fez-me escrever. Olaré.)

Aí vai alho:

"Arde a pele às costas subjugadas, arqueiam ante o(s) génio(s) escolhido(s); cheira ao carvão das frases sublinhadas, sabe ao sal do médio a virar as folhas com ruído; eis o vício avassalador e irreprimível que, ao aprisionar, liberta."

Eis que Deia percebe, finalmente, que o objectivo é a t-shirt.

(Senhores queridinhos da LER não sou assim tão estúpida, só percebi mais tarde, que a cena da t-shirt era a valer.)

Óoooooooooo. Pensei, mas não desarmei. Toca de enviar outras, só naquela.

A tentativa de resumir: LIVRE ENTRE(CRUZO) REALIDADES

A tentativa da baboseira: "Padeço de leitura e de micose: Quanto mais as coço, mais vontade tenho."

A tentativa do «ah que somos todos iguais na solidão»: "O frio de ser só acaba, quando visto livros que se me colam à pele."

Toda contentinha, mas com receio que enviassem senhores de fato empunhando notificação de providência cautelar que me impedisse, sequer, de voltar a abrir o blogue da revista.

(Os senhores já perceberam que não faço mal e deixam-me andar. Coitadinha.)

Perguntam vocês: Valeu a pena?

Então não?! Se soubessem o alento que me trouxe o trabalho de construção da primeira frase, estavam para aí a bater palmas, mesmo se a consideram fraquinha. Usar o tempo que temos a fazer o que amamos é tudo.

Quem ganhou? Quem ganhou?

Uma frase deliciosa. Justa vencedora. Não só, mas principalmente porque me remete para traquinices. (Gosto muito.)

Dedinho para cima para a Mariana Barata com a sua:

"Sim, vamos sair daqui. - Frente / No teu livro ou no meu? - Costas"

Muito e muito bom.

E foi isto.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

 

BEM-VINDO VASCO!

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terça-feira, 31 de maio de 2011

 

SAI HOJE CARAÇAS - UKULELE SONGS

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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

 

A TRAMA REABRE HOJE... AGOOOOORA!

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domingo, 26 de setembro de 2010

 

E isto pá?


ADQUIRI POIS CLARO e estou feliz com isso. Tanto ou mais do que com o Tolstói. PAM.

Encontrei a imagem AQUI.

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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

 

LIVROS, POESIA, GAJOS QUE FAZEM O QUE GOSTAM etc. e tal

1) Nota: Estou toda contentinha. Comecei ontem ESTA colecção.

2) Ontem também o regresso da poesia em Vinyl. O que é que se me oferece dizer-vos? Que foi uma noite por demais agradável. Discordo totalmente do senhor que queria ouvir mais poesia "ah e tal tanta conversa é entediante."

Ó Zé não te apoquentes, havia quem quisesse ouvir sobre ti e a tua vida simples, feita de família e livros.

Vibrei ao saber que abandonaste biologia e te seguiste. Ouviste a voz dentro e mandaste o resto às urtigas. A segurança. O contrato. As (in)certezas que os outros tanto prezam. Admiro-te por isso. É isso mesmo. 12h num escritório, qual autómato? Não. Vai de dizer-lhes que contigo não, que há vida lá fora, coisas urgentes a cumprir. E eu doente por não ter tamanha força. Por não conseguir fazê-lo, persistindo no erro. Aprendi muito como não podia deixar de ser, ouvindo alguém que lê tanto. Apontei as dicas (preciosas) para o meu percurso de autodidacta* e achei piada porque a tua filha se chama Alice e um dos primeiros ameaços de escrita que tive, há largos anos, metiam uma protagonista com o mesmo nome. Alegrei-me com a generosa dádiva que fizeste no Miradouro Monte Agudo e foi dos tais que passou para a lista dos "passeios a dar" em dias soalheiros.

Ouvi-te dizer: "É preciso tomar partido." e respondi-te: Pois é.

De todos os poemas, o que mais me tocou foi o inédito, o tal, editado numa revista cujo lançamento ocorreu em simultâneo à nossa conversa, na Ler Devagar. Não ouvi o nome. (Que pena...) É muito bonito.

Ó Zé, era Deus (ou um anjo) perto dos teus livros? Todo branquinho... Parecia(-me). Viste-o?

E depois veio o piano, tocado pelo Manuel Matos. Um miúdo tímido, quase pedindo desculpa por estar ali, que me deu conta do coração mal começou a tocar. Para mim que nada percebo de técnica, mas entendo de amor e empenho a algo, foi sublime. Era um miúdo e um piano antes de se sentar e depois era já entidade divina, emitindo em frequência certeira ao que tenho mais recôndito. Obrigada Manuel pelas sensações.

Obrigada Raquel e Luís pela persistência.

Obrigada José Mário Silva por (te) partilhares. Foi muito bom.

Só mais uma coisinha ó Zé: a fotografia que mandaste para a LER não lembra a ninguém. Está muito distante do encanto de pessoa que ontem "conheci". É de propósito para as pessoas não saberem que és tão interessante, ou ser conde drácula da pensilvânia que gosta de envergar gola alta era requisito para colaborares na publicação?

Ora dirigindo-me de novo aos meus queridinhos leitores continuo sem perceber o que é que vos tem impedido de ir até . É que vale a pena caraças.

*Vocês desculpem mas ainda não sei se sigo, ou não, o acordo.

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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

 

ALEGRIA mas é de cá andar há 5 anos!


Joy, Joy, Joy from Stephanie Green on Vimeo.


Não tenho filmes do meu Buddy. Tenho fotografias, tenho-o no peito e ao cheiro dele gravado no nariz de forma indelével. Estejam certos que era preto (é só olhar para o canto superior esquerdo deste estaminé) e que a alegria dele na praia era desmedida e semelhante à do cãozinho do filme. Era tão efusiva como hoje é a minha por cá andar.

(Não me encontro fazendo covinhas na areia para enterrar a pedra que me atiraram, nem abanando o rabinho, mas estou feliz, ai isso estou.)

OBRIGADA A TODOS os que me acompanham e me têm lido os desvarios.

AQUELE (GRANDE E SENTIDO) ABRAÇO.


P.S. Ó F. continuo grata. Foste a tal luz na minha vida.

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sábado, 4 de setembro de 2010

 
Vocês já me vão conhecendo. Sabem que sublinho os (meus) livros. Pois no “Que cavalos são aqueles que fazem sombra no mar” umas das muitas frases que se me entranhou dizia:

“(…) tudo o que vive oculto e se manifesta sem ruído me intriga.” (Pág.269)

Curiosamente não a sublinhei. Coloquei um asterisco perto e na página da esquerda, em branco, resolvi-me, como se pudesse decidir o que já era:

Viverei oculta e manifestar-me-ei sem ruído.

(Eis o modo de ser em que me sinto melhor.)

Não espero, por conseguinte, que dêem por mim. Calcularão o assombro que senti, regressada de férias, ao receber um e-mail do José Alexandre Ramos dizendo que me lera no Geração-C e que vinha desafiar-me a integrar a equipa do blogue dedicado ao António Lobo Antunes (ALA) e à divulgação da sua vida literária.

Se me acagacei? Pois claro. Pu-lo imediatamente a par do atraso que tinha, face aos restantes elementos, no que toca ao conhecimento da sua obra. (E não só.) Reafirmei, contudo, a minha sentida paixão e que a vontade de saber mais é, de facto, imensa.

(Levou-me para perto deles, apesar da ignorância.)

(Sou leitora, não sou? Chega-lhes.)

Fiquei feliz. Vocês sabem lá como isto me trouxe alento, num momento em que temo que a vida se me altere para sempre e me esqueça de quem tenho sido, eis o sinal que precisava para saber que as coisas andarão sempre pelos caminhos que quiser trilhar.

(Apesar do que T. virá fazer em mim e que ainda desconheço.)

(Aguardo-o serena, todavia, num misto de felicidade extrema e receio.)

Com estes sopros da vida reforço a crença que persistirei, pois, em ser o que sempre fui:

'Escreleitora'

(Ai meninos que palavra horrível, bem sei. Perdoem.)

E que só não faço/atinjo o que não quero. Dependerá, sempre, da minha VONTADE.

(E se eu a tenho aos molhinhos.)

Agradeço ao José e aos restantes elementos terem-me acolhido AQUI. Darei o meu contributo o melhor que posso e sei. Farei por não os deixar mal, nesse espaço que vêm alimentando com tanto empenho.

Os companheiros de blogue:

António Bettencourt
António Carlos Coelho
Bruno Carriço
Ismahêlson Luiz Andrade

José Alexandre Ramos
José Roldão
Maria Celeste Pereira

Paula Dias
Sofia Cunha
Teresa Brandão

Obrigada a todos.

Quanto a vocês? Visitem-nos!

Aquele abraço.

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quarta-feira, 28 de julho de 2010

 

É AGORA

Boa Raquel! Aqui estou a torcer, de longe, numa mesinha ou assim.

:)

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

 

UM DIA para "O" dia. Nove álbuns. Nove músicas. (Escolher apenas 1 = Tortura do caraças para Deia)

Setembro de 2009 - Backspacer - Force of nature

O álbum que os vai trazer de novo a Portugal. (Também cá canta em vinyl. Já disse que adoro discos de vinyl? Pois. Adoro.) Weeeeeeeeeeeeee. Se isto não é uma relação sólida e um grande amor então não sei o que é isso.

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sábado, 3 de julho de 2010

 

Sete dias para "O" dia. Nove álbuns. Nove músicas. (Escolher apenas 1 = Tortura do caraças para Deia)

Vitalogy (adquiri-o em CD e vinyl) - Lançaram-no em Dezembro de 1994 - CORDUROY

I don't want to take what you can give...
I would rather starve than eat your bread...
I would rather run but I can't walk...
Guess I'll lie alone just like before...


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quinta-feira, 24 de junho de 2010

 

Deia a sombra de São Domingos de Rana


ATENÇÃO: Hoje (26) última representação. Em podendo ir, não percam. Apaixonante e envolvente. Quer pela magistral representação de Dinarte Branco, quer pelo belíssimo texto de NCS (Boa Stôr! Amei de paixão. Garanto que não estou a ser facciosa.). É lamentável que uma coisa tão boa só esteja acessível por 4 dias (1 nos Açores e 3 em Lisboa). Ministério da Cultura por onde andas?

O que é que me leva ao teatro? O texto, por exemplo. Ou o dramaturgo falecido e por demais conceituado que dizem que era do melhor a escrever peças. O(s) actor(es). Aquele que já admiro de outras andanças e adapta um texto (encenando-o também eventualmente) de outrem, lá está, aclamado (falecido* ou não). O tema. A sugestão de um amigo/a/prima/desconhecido que passa na rua e me oferece um manjerico (em vez de flores ao que eu lhe respondo: "Então mas isto não é Impulse pá.") O teatro em si, do qual recebo as newsletters e me diz "olha que temos esta em cena muito boa e que é melhor para ti que não percas." Enfim tudo isto me leva ao teatro.

O que é que me vai levar ao dito cujo este fim de semana perguntam vocês em ânsias de curiosidade.

A minha taradice de fãnzia obstinada (e sem qualquer pejo assumida) no acompanhamento das carreiras dos meus queridos stôrzinhos. Desta feita é Nuno Costa Santos o (verdadeiro) artista Boininhas gravo-te na ZON BOX tu não te apoquentes que eu gosto tanto do papá como da mamã e jamais seria capaz de optar entre os dois.) quem me leva à cadeira do São Luiz.

Ide vocês também que é coisa para durar só três dias, a partir já do dia presente e confiem na sugestão que o artista é um bom autor. Digo-vos eu. Um daqueles a quem se tira o chapéu. Caladinho é certo, todavia, talentoso.

E vai de maneiras que parece que é sobre aquele grande maluco que foi o Jacques Brel quando apanhou uma carraspana no Faial.

PAM.

*Não me interpretem mal não considero que o falecer seja mais valia para o autor.

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quarta-feira, 9 de junho de 2010

 

FOI UMA MARAVILHA! (ontem no CCB)


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segunda-feira, 7 de junho de 2010

 

Um aninho já caraças!

O Diogo faz hoje um ano. Estive com ele no Sábado. É um menino iluminado. Um sorriso que nos enche da certeza que o perfeito existe.

Que a vida te deixe manter sempre (parte d)essa inocência
e (d)essa alegria inata.

Um grande xi-coração desta amiga para ti e para os papás, claro.

Um ano e já tanta vida.

Tudo certo. Sente-se. Tudo certo.

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quinta-feira, 18 de março de 2010

 

É favor aparecerem e comprarem o livro!

Um grande beijinho Raquel. Lá estarei, claro.

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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

 

Ah granda Paulo que arranjou uma mesinha à gente!

Viva, viva o Paulo do Vinyl que correspondeu ao meu choradinho desolado de não ter mesa no dito e me arranjou uma quando já não o esperava. Weeeeeeeeeee. Grupinho todo catita que vai ouvir poesia no Vinyl não sem antes provar o magnífico menu de degustação que os senhores têm lá para a gente aí vamos nós!

Aprender com os grandes:

vhm: "Obrigado por teres vindo."

aam: De nada pá. És um senhor e agora vou ler-te e, em gostando, ser-te-ei dedicada o resto dos meus dias.

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

 

Mais uma priminha!

Bem-vinda Nuna! Um grande beijinho prima. (Espero que não tenha custado muito isso de dar à luz) Dia FELIZ este! (Berros! Berros! Berros de alegria!)

Minha querida Tuchinha este dia deixou de ser só teu na minha agenda, eheheheheheh. Dia feliz a ti também AMIGA!

Chiça pá que agora é que já não tiro este sorriso da cara e é tão bom.

P.S. Aos queridinhos que foram feitos chicos-espertos roubar-me o lugar no Vinyl, reservando mesa com um mês de antecedência eu digo assim: caguei. Nasceu-me uma priminha e uma amiga do peito faz anos. PAM. (Estúpidos mas é. Nunca mais sou vossa amiga. Amanhã vão ver e outras que tais que se dizem quando se tem 5 anos. E eu tenho-os. Olaré se não tenho.)

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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

 

Já me nasceu mais uma priminha pá! (12/12/2009)

Parabéns Catarina e Júlio! Fico tão, mas tão, mas tão feliz por vocês!

Sê muito bem-vinda Constança.

Isto às vezes é lixado, mas no geral VIVER e quando digo "viver" não falo de cumprir involuntariamente questões fisiológicas, falo de "VIVER" (entender-me-ás) é bem bom.

Espero assistir (e já agora participar do) ao teu VIVER enquanto cá andar a fazê-lo também.

Muitos beijinhos, repletos de comoção, aos 3.

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