terça-feira, 27 de março de 2012
DIA MUNDIAL DO TEATRO
Etiquetas: TEATRO
sexta-feira, 16 de março de 2012
É SÓ ATÉ DOMINGO (18). Não percam. É preciso nutrir a...
sábado, 28 de janeiro de 2012
É AGORA...
Etiquetas: ALENTO, APRENDER, Arrebatamento, TEATRO, VIDA
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Curso de Iniciação de Teatro para TODOS - Faltam-nos 2 ou 3 para arrancar!
P.S. Se quiserem a ficha de inscrição enviem-me um mail que vos faço um forward (uuuuuuuuuuuuui).
Etiquetas: ALENTO, APRENDER, Arrebatamento, TEATRO
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
CENAS (do lazer) QUE ME TÊM FEITO BEM À MONA*
Etiquetas: ALENTO, CINEMA, DOR, LUZ, MAR, TEATRO
domingo, 17 de julho de 2011
BRAVO! - Casamento em jogo - Teatro da Trindade
Jack - A consciência é a escuridão.
Etiquetas: ALENTO, Desalento, pensamentos de terceiros que me abrem os olhinhos de dentro, Sugestões, TEATRO
segunda-feira, 4 de abril de 2011
AGENDAZINHA CULTURAL
Ora meus meninos as minhas sugestões, de momento, vão para:
POESIA - Um filme belo de tão cru. Achei giro "sim" ser "nei", ou qualquer coisa do género, em chinês. Se pudesse, espancava o neto da protagonista até à (minha) exaustão, a ver se lhe expulsava aquela agoniante indiferença da tromba.
UM HOMEM FALIDO - Sabem lá o que sucedeu a Deia. Era a segunda noite que Deia saía e Deia, no presente, dorme entre 4 a 6 horas por noite. Com interrupções note-se. Pois que Deia esteve quase todo o tempo a lutar contra o sono e a perder o combate. Pareceu-lhe muito bom. Foi-lhe confirmado que o é. Talvez vá de novo com 2 ou três cafés a ver se a gracinha não se repete.
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domingo, 13 de março de 2011
IMPERDÍVEL - Azul longe nas colinas

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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Stôr aí vou eu!
sábado, 13 de novembro de 2010
DURAÇÕES DE UM MINUTO

Um minuto. (Sessenta segundos.) Pouco tempo? Tempo suficiente para aterrar uma pessoa. Para a matar. Deitar por terra. Para lhe mudar toda a existência. Um minuto. Passo, passo, passo , passo...
Asfixia. Claustrofobia. Intensidade. Bom. Mau. Belo. Perturbador. Sons que ecoam cá dentro. Tudo muda. Nada muda. Viver é resistir. Para que as coisas permaneçam é preciso esforço.
Indiferentes é que não ficam. Toca a comprar bilhetes. É até 28 de Novembro.
P.S.2 Lido mal com a velhice. (Com a dos meus. Com a própria. Com a dos outros.)
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
IMPERDÍVEL:
O DIA dos PRODÍGIOSde Lídia Jorge.
Sala Principal - M/16
23 Set a 14 Nov
Quarta a Sábado às 21h00
Domingo às 16h00
Adaptação para teatro e Encenação
Cucha Carvalheiro
Cenário
Ana Vaz
Desenho de luz
João Paulo Xavier
Figurinos
Maria Gonzaga
Apoio ao movimento
Madalena Victorino
Direcção Musical
Carlos Mendes
Assessoria Artística
Graça P. Correa
Com:
Carlos Paulo, Cristina Cavalinhos, Diogo Morgado, Elisa Lisboa, Filomena Cautela, Hugo Franco, José Martins, Lucinda Loureiro, Luís Lucas, Maria Emília Correia, Maria Ana Filipe, Rogério Vieira, Teresa Faria e as crianças António Teixeira e Duarte Teixeira
Co-produção Fundação INATEL Teatro da Trindade Comuna - Teatro de Pesquisa
"Ninguém se liberta de nada se não quiser libertar-se."
(Dica: não se metam nisto ao Domingo. Nunca vi público tão endiabrado como o da faixa etária 69-96. Eles conversavam alto como se na Brasileira, deixavam o telefone tocar incessantemente, queixavam-se do fumo na encenação, referiam alto e em bom-som onde e onde é que "aquela actriz entrava"... Enfim, um forrobodó.)
(Também fui a ESTE, todavia, não me inflamou. Já não podeis assistir porque terminou a 17/10/2010. Se regressar ide, à mesma, que sou apologista - sempre que posso - do "mais vale arrepender-me de O fazer que do contrário".)
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sábado, 9 de outubro de 2010
Agendazinha cultural
Albano Jerónimo és um grande actor. (Aferir in loco.)
Quem tratou da cenografia é um génio (Catarina Amaro). Aquilo está muito e muito lindo. Nota 20 mas é.
Ora, não saí de lá "Aaaaaaaaaaaahhh", nem fui acometida daqueles impulsos de largar a correr pela sala, subir ao palco e dar-lhes beijinhos e abraços apertados, mas gostei bastante e vai de maneiras que RECOMENDO.
Está em cena até 31 de Outubro.
(Dica: À 5ªF é só 5 aérios)
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quinta-feira, 1 de julho de 2010
ESCUTEM: isto é IMPERDÍVEL!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Deia a sombra de São Domingos de Rana

O que é que me leva ao teatro? O texto, por exemplo. Ou o dramaturgo falecido e por demais conceituado que dizem que era do melhor a escrever peças. O(s) actor(es). Aquele que já admiro de outras andanças e adapta um texto (encenando-o também eventualmente) de outrem, lá está, aclamado (falecido* ou não). O tema. A sugestão de um amigo/a/prima/desconhecido que passa na rua e me oferece um manjerico (em vez de flores ao que eu lhe respondo: "Então mas isto não é Impulse pá.") O teatro em si, do qual recebo as newsletters e me diz "olha que temos esta em cena muito boa e que é melhor para ti que não percas." Enfim tudo isto me leva ao teatro.
O que é que me vai levar ao dito cujo este fim de semana perguntam vocês em ânsias de curiosidade.
A minha taradice de fãnzia obstinada (e sem qualquer pejo assumida) no acompanhamento das carreiras dos meus queridos stôrzinhos. Desta feita é Nuno Costa Santos o (verdadeiro) artista (Ó Boininhas gravo-te na ZON BOX tu não te apoquentes que eu gosto tanto do papá como da mamã e jamais seria capaz de optar entre os dois.) quem me leva à cadeira do São Luiz.
Ide vocês também que é coisa para durar só três dias, a partir já do dia presente e confiem na sugestão que o artista é um bom autor. Digo-vos eu. Um daqueles a quem se tira o chapéu. Caladinho é certo, todavia, talentoso.
E vai de maneiras que parece que é sobre aquele grande maluco que foi o Jacques Brel quando apanhou uma carraspana no Faial.
PAM.
*Não me interpretem mal não considero que o falecer seja mais valia para o autor.
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domingo, 13 de junho de 2010
AGORA A SÉRIO
E não é.
Jamais será.
A banalidade virá e com essa a dor, eventualmente (um)a traição, possivelmente o perdoar e andar para a frente, silenciando o orgulho, acarinhando o amor (ou a falta de auto-estima consoante os casos); ou chegará a incapacidade de encaixar o que nós mesmos já fizemos ou tivemos vontade de fazer e frustrados com a falta de coragem, disfarçada de nobreza, castigamos aquele que arriscou e nos ofendeu com a sua audácia.
Qual de nós quer realmente saber o que pensa o outro?
Qual de nós suporta que o seu amor deseje outrem?
Qual de nós admite que tem vontade de errar?
Creio que nada disto põe em cheque o Amor. (Reparem: o Amor.) Concordo com a miúda da peça. A que tem a visão mais livre do dito. Mas é difícil/impossível ser ela. É utopia a verdade. A crueza com que a mesma nos presenteia é tempero por demais desagradável.
Há pouco li um pensamento de Kafka que cai aqui como uma luva (pelo menos para mim). Dizia o gajo:
"Um primeiro sinal de que o conhecimento começa é o desejo de morrer."
Trunquei-o porque o resto já não se adequava ao seguimento da minha ideiazinha.
Se se vivesse constantemente em "verdade", com a "verdade" de cada um que nos compõe a existência, não sobreviveríamos. Esta é a minha verdade.
Aceito as minhas limitações, convivo com as daqueles que amo e sonho. Sonho muito. Porque a realidade é para os honestos corajosos e eu, como disse outrora, não passo de pusilânime ser.
Ainda que um dia te diga vá "Agora a sério". Não ligues. Não aguento. Deixa-me acreditar tanto, para sempre, em ti.
(MEXIA QUERIDINHO ESTÁS LÁ!)
(SENHORES ACTORES GOSTEI MUITO.)
(O CENÁRIO? ESPECTACULAR MÉNES!)
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quarta-feira, 24 de março de 2010
Sugestões boas, boas, mesmo boas. Ui. (clicar nas imagens ó faxavôri)
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Twitter deia's list: DEIA CURTE A CULTURA
QUINTA-FEIRA: O que é que precisam mais para atentarem nessa portentosa iniciativa que é o Poesia em Vinyl hein? Não contem comigo para vir aqui constantemente contar-vos coisinhas giras pá, porque não sei se sabem, mas ouvir/ler não é o mesmo que viver e eu nem sempre poderei ir, derivado a outras cenas da minha vida privada, que fiquei a saber pelo Mexia não é o mesmo que a minha vida íntima. O que por sinal é uma chatice porque descubro agora que tenho de fazer uma pausa de instrospecção para perceber o que é que me é íntimo, e o que é que me é privado discernindo, espero, o que de ora em diante vos posso contar. Na volta já meti água e sabem mais de mim do que seria desejável. O que é que perderam ó meus 'grandas' teimosos? Desperdiçaram mais um belo serão de conversa descontraída sobre poesia e o poeta que a escreve. Neste caso o Mexia. Perderam ainda as leituras escorreitas e cativantes do Carlos Vaz Marques (aquela voz nossa conhecida do Pessoal e Transmissível, do Governo Sombra, etc. e tal) e a performance bem humorada do artista Samuel Úria - Samuel queridinho: caracol, pauzinhos ao sol ou lá o que era? Menos, Samuel. Menos... De resto tudo Ok. - mais a sua bela voz. Não relembraram a Rosa com o seu 'Chamar a música' também pelo Samuel. Falharam a oportunidade de fazer perguntas aos presentes (Deixem lá que eu também. O dia em que serei capaz de elevar a voz perante uma plateia, para dizer o que quer que seja, será talvez somente aquele em que me vendo aflita diga em bom tom: ACUDAM! ou assim. De resto não estou a ver. Fico com as perguntas para mim é o que é.) E, mais uma vez, não jantaram com amigos num restaurante que prima pela qualidade (Sim Bzuu os senhores estavam desorientados. Mas era muita gente e nós desculpamos pois é?), não beberam um bom vinho, não riram, não estiveram presentes e fizeram falta pá. É isto.
SEXTA-FEIRA: BLACKBIRD no TDMII (acaba amanhã, se ainda vos for possível não percam.)
Xiiii. Não sei o que dizer, como o fazer, ou por onde começar. Tenho, ainda, uma bola de futebol no estômago. Disseram-lhes que o seu amor era doentio. Falaram-lhes em aberração e eles acreditaram. Leram livros que confirmassem o mal. Documentaram-se, encheram-se de dúvidas, revoltaram-se, perderam. Essencialmente perderam. (Tantos anos.) E eu não sei dizer porque foram apartados aqueles dois. Se por estrangulamento da sociedade que não admite as excepções, se porque havia, de facto, algo de errado com ele(s). Até que ponto a verdade corresponde às imagens que os olhos nos devolvem e a mente processa? A náusea apoderou-se de mim. Não soube que partido tomar. Ignorei que opinião formular (e se eu sei ser irritantemente sentenciosa). A dúvida instalou-se (Recordo outra peça com esse nome "Dúvida". Magnífica. No MM com Diogo Infante e Eunice Muñoz entre outros. Outra abordagem ao mesmo tema.). Não sei. Simplesmente: Não sei. O meu lado perverso e condenador a digladiar-se com o meu lado devoto ao Amor. "Esse" para quem não há obstáculos, espartilhos, regras. Apenas um "respirar", um "existir" inexplicavelmente ainda que terceiros ordenem (um)A explicação para o ocorrido. Não sei se eles foram doentes, se tão só se amaram e em redor ninguém soube entender. Eles tão pouco. Também eles quiseram crer que não passara de um episódio funesto. E, no entanto, sem se esquecerem. Uma vida inteira (quinze anos dá uma vida, adolescente, é certo, ainda assim, uma vida) sem que a moléstia se curasse. Por conseguinte: o (inevitável) confronto. O embate melhor que o silêncio. Os pontapés, os gritos, as agressões, mais suportáveis que a(s) dúvida(s), as omissões. Quinze anos volvidos ainda o desejo, porém, o medo. No fim o Amor? Ou a dúvida indelével? Uma bola de futebol no estômago é o que vos digo. Ainda a tenho aqui a agoniar-me. Nem sempre o que parece é, ou o que é (a)parece.
Etiquetas: AMOR, ESCRITA, LEITURAS, Poesia, Sugestões, TEATRO
sábado, 23 de janeiro de 2010
HOJE ISTO:

Adenda: Não percam! MUITO BOM. (Isto refere-se à Cidade e não ao Avatar ok? Ne fais pas le confusion... Et pardon moi français terrible et quois)

Etiquetas: ALENTO, CINEMA, Sugestões, TEATRO
domingo, 29 de novembro de 2009
CASA CONVENIENTE
FOTO DAQUI.Não sei o que tomam aqueles queridos, mas o que quer que seja é muito bom.
Eu cá gostei. Muito. (Não, não me canso de gostar muito das coisas. É a minha escolha de vida. Gostar. Dizer bem. Apreciar. Mesmo quando saem os planos furados e as coisas não acontecem como eu queria, ou como sonhei. PAM. Vocês vivam como quiserem.)
Duas horas e quarenta e cinco minutos absolutamente arrebatadores. Quanto aos últimos vinte minutos, vá, dispensava-os. Já me estava a custar um 'cadito. Quando se puseram a repetir todo o texto já ouvido então, começaram-me os "frenicoques" e perto do fim já me fantasiava a irromper no meio da cena a correr e a agitar-me enquanto lhes gritava aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
Não sei o que é que o Pirandello vos deixou como instruções, mas se eu fosse ele, riscava os últimos 20 minutos pá. O público não é parvo, o público captou a ideia no tempo anterior. Garanto-vos. Era suficiente.
Mas Mónica Calle estás sempre a tempo de me dizer aquilo que o Rei de Espanha disse ao Hugo e que é o trocadilho óbvio quando se ouve o teu nome.
Obrigada, no entanto, por mais um daqueles espectáculos em que somente a timidez me impede de vos abraçar a todos no fim e dar-vos muitos beijinhos. Não fosse essa e era o que faria. Este é o tipo de teatro que me abana. O caótico. O que me faz pensar. O que me invade, se senta ao meu lado, me cospe. E vocês. Não me lixem. É amor o que vos leva ali. Vocês eram mais que nós. Ou tantos como nós. Ou ligeiramente menos, tudo bem. Mas cinco euros cada pessoa não dá para vos pagar uns bifinhos de frango grelhado com arroz e salada no café da rua de trás. Parabéns por esse bonito amor que alimentam.
Chiça pá e não me poderei jamais esquecer que me levaram ao Liverpool. Que outra oportunidade terei de o fazer senão convosco, de novo? Vocês obrigam-nos a quebrar as nossas próprias barreiras e preconceitos. Vocês ajudam-nos a fazer o impensável. Entrámos e aquilo não é tão mau como o fantasiamos cá de fora, quando o que vemos é apenas o brilho dos nomes dos bares em néon. As pessoas lá dentro? Pessoas apenas. Independentemente da actividade desempenhada. Os bancos redondos? Simplesmente bancos onde nos sentamos descontraídamente enquanto vocês dançam exuberantemente, provocando-nos, mostrando-nos que tudo é possível nesta vida. Até para o homenzinho ao lado da minha prima. Acariciando o banco, com vontade de lhe dar um abracinho*. Devia pensar: mas que bela prenda que hoje aqui veio parar. E eu rio-me. Muito e com gosto por toda a relatividade que nos envolve.
A procissão na rua, o taxista que comeu a actriz com os olhos e parou embevecido enriquecendo o espectáculo daquele palco, da vida, o ritmo que nos obrigou a dançar no meio da rua, as velas, os risos, a incredulidade. Que momento por deus. Delicioso.
Não parem de nos surpreender!
É muito bom correr à chuva por entre prédios devolutos com "aquela" sensação de peito cheio.
Vá então. Se puderem, um destes dias, dêem lá um pulinho.
*Versão "forever friends" do que o homenzinho tinha, por certo, real vontade de lhe fazer.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Só se me der uma coisinha má é que perco isto:

de ABEL NEVES
encenação JOÃO GROSSO
cenografia RUI ALEXANDRE
figurinos DINO ALVES
desenho de luz JOSÉ NUNO LIMA
sonoplastia LUÍS ALY
com CUSTÓDIA GALLEGO
assistente de encenação CATARINA BERNARDO
direcção de cena MANUEL GUICHO
operador de som PEDRO COSTA
operador de luz DANIEL VARELA
co-produção TNDM II e ACE / Teatro do Bolhão
M/16
duração 1H35 (sem intervalo)
Também tenho andado assim. A modos que vulcânica.
Etiquetas: TEATRO
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