quarta-feira, 19 de setembro de 2012

 

Gerar é responsabilidade.
  quantos não o fazemos enlevados por expectativas pessoais. Não deles. Não para eles.

Onde deveria haver tão-só Esperança.
  vive como és (queres).

Ninguém nos ensina a criar.
  quem apto a nunca sentir o aterrador aperto de estar a fazer tudo mal, em cada instante? I-

Çar-te, encarar o teu sorriso, saber-te inteiro. Sejam os meus intentos.
  não me permitas intrusões, asfixia(s).

Anda pelos teus pés. Não deixes que te atrase, tentando caminhar por ti.
  quererei ser perfeita.

Limita-te a aceitar-me, sabendo-o utopia. Não sofras porque não mudo. É natureza.

  permanece leal à tua. Não te mortifiques a mudar(-te) por mim. (Não valorizarei.)

Ouve-te. (Age.)

amo-Te.

Andreia Azevedo Moreira

14/08/2012, pelas 12h03 para G. a “18”/10/2012 (40)

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

 

17/08/2009

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segunda-feira, 30 de abril de 2012

 

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terça-feira, 6 de março de 2012

 

PARABÉNS CUNHADO!

Não me estendo no texto para não te arreliar. Já sei que preferes o olho no olho e esse não falhou. Gosto de ti. MUITO!

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

 

PARABÉNS GONÇALINHO!


Um beijinho para o meu priminho. Piratinha porreiro e metido consigo que ainda me há-de dizer muito, no seu modo silencioso de estar. Gosto muito de ti!

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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

 

Tia Manuela:

Se te pudesse alcançar dir-te-ia duas coisas:

1) Adoro-te como se adora uma mãe.

2) Obrigada pela infância contigo, em que fui tão feliz.

ORAÇÃO:

Que não saibas desta atroz ausência que te engoliu.
Que não sofras.
Que o teu silêncio seja feito de serenidade.

Sinto falta de Ti.

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domingo, 22 de janeiro de 2012

 

PARABÉNS (PRIMA) PAULA!

Aquele xi-coração com saudades.

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

 

FELIZ NATAL NOVO!

Tenho saudades do Natal. Da casa no Bairro Belsol, Foros de Amora (disse sempre "da"). Havia uma lareira acesa. O cheiro da lenha a queimar. Havia risos. Um pai, uma mãe. Havia os primos que são os meus irmãos mais velhos. E um Buddy saltitante a roer papéis de embrulho. Havia gatos meigos, a passar-se pelas pernas. Era o tempo em que se ouvia o meu tio João a repetir tudo duas vezes. A falar alto. A rir-se maroto. «Xujana xe xair xaia xó xou xó xeu xerafim xá xouja» A minha tia Manuela presente. O olhar cá e não lá, tão longe do que ela foi. Vazio. Sinto muita falta dela. Havia tanta coisa que já se não pode viver. Pretérito. O Natal era(-me) aquilo. Foram muitos anos a vivê-lo. Outros tantos a perdê-lo. Este ano recupero-o e dele faço um novinho em folha para o meu filho, que já dá passos sem mim. Alegria maior. O Natal? São as pessoas que nós amamos. Perto. No pensamento, ou no abraço.

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

 

OBRIGADA

Gente que se importa. Gente que faz falta.

http://cuidadores-alzheimer.web.ua.pt/

Parabéns pelo prémio.

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quarta-feira, 27 de abril de 2011

 

Parabéns Zita! Aquele abraço (forte) com saudades.

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domingo, 12 de dezembro de 2010

 

Constança - 1 ano!

Um grande beijinho miúda gira da prima.

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

 
(clicar na imagem para origem.)

Não se apagam os nossos do calendário, mesmo que irremediavelmente ausentes. Jamais das memórias. Dos contactos do telemóvel, ainda que impossível semelhante chamada, tão pouco. Até já H. Um abraço.

Outro apertado para ti C.

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sábado, 16 de outubro de 2010

 

ANIVERSÁRIO(S)

Vagueio na memória pela casa que na infância foi amiúde minha. A quietude e o silêncio actuais agridem-me porque os sinto definitivos.

A penumbra com que se buscava tão-só o fresco, nos dias mais quentes, é hoje a afirmação do que não torna. Do que (se) foi (para sempre).

Abate-se sobre mim inexorável a saudade desses instantes. Tolhe-me o ânimo essa carência da(s) certeza(s) de vocês em mim. E de quem sou (era) aí convosco. Em cada Verão, feita vossa, dia-a-dia e outra vez.

Ao cheiro da árvore do vosso jardim, inebriante nas noites abafadas e que nos chegava às narinas enquanto apreciávamos a brisa nocturna no alpendre, recordo-o enternecida numa semelhante, aquando do regresso diário da estação. Cortaram-na há muitos anos porque era enjoativo. Que falta sinto dessas noites com esse cheiro adocicado. Da árvore e de vocês todos nos respectivos lugares. Não nos deviam mover dos sítios para que fomos feitos. Fomos feitos uns para os outros. Apesar das falhas. Graças às virtudes. Tínhamos (temos) todos um lugar na vida de cada um dos restantes.

(O quanto uma essência nos faz viajar...)

Às escadas em que nos sentávamos rindo, sem nada aguardar, talvez não torne. Porque hoje se lá me sentasse, esperaria por vós, incansável, dorida, saudosa do tanto que são cá dentro e já não podem ser lá fora.

A todos quantos crescemos nesses metros quadrados dói essa casa tão vazia. O silêncio e a quietude a espancar-nos e nós a fingirmos que não magoa tanta pancada, tamanho vácuo. Essas perdas imensas.

Há que continuar.

A vida empurra-nos.

Não cessamos, todavia, de espreitar para trás. Sabemos que não se apagam (jamais) as pessoas nossas. Ainda que o presente se reduza a um olhar remoto, uma vaga centelha da desmedida força de outrora e a uma ausência irremediável. Ainda assim.

Mutamo-nos, adaptamo-nos, existimos. Não destruiremos, contudo, as fundações. Sólidas? Periclitantes? Pouco importa. Alicerces. História. Memória. Amor.

Vagueio na obscuridade, no silêncio e na quietude definitivos do que não volta a ser e, se atenta, ouço ainda gargalhadas, ralhetes, gritos, manias, conversas, mágoas, perdões. Ouço-nos reunidos. Instantâneos do tempo. Vejo-nos. Foi ontem. (Não foi?) Não vos parece que foi tudo há um dia?

Talvez tenham decorrido somente 24 horas.

Intuo-o na gata listada, macia, perseverante no quotidiano do dia anterior ao de hoje. Já sem gente, sem risos, nem choros. Apenas a casa. Desabitada. E ela enchendo teimosa as escadas do alpendre, o corredor empedrado que dá para a garagem, deitando-se pelo relvado lá atrás.

Impassível colmatando-nos o abismo, não nos consentindo esquecer(-vos).


Um abraço à minha família.

CA, PA, MA e um especial pelo dia de hoje para ti JFAZ.

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

 

Parabéns ao mano mais velho e à afilhada mais linda. Capice?

Eis que hoje fazem anos duas pessoas "daquelas" importantes, mesmo importantes:

A) O meu primo Pedro, a quem sempre olhei com a admiração e o orgulho pelo mano mais velho, que as pessoas que têm a sorte de não serem filhos únicos sentirão. (Desde que tenho noção que existo que me lembro de ti, por isso, são cerca de 30 anos de boas recordações. Dou ali o desconto dos 2 aninhos de amnésia existencial. E tu? Um homenzinho já hein? 40! Mais 40 'pragentes' os dois, pelo menos!)

B) A minha afilhada linda de olho azul e sorriso franco que me derrete. (Está em Itália a miúda. Já foi a quase tantos sítios com três anos, como eu em trinta e dois, a sortuda.)

Muitos beijinhos aos dois. Gosto de vocês assim muito, muito, MUITO.

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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

 

PARABÉNS RODRIGO! (7)

Hoje o meu sobrinho faz anos. Já vão 7, o tempo foge(-me). É uma criança bonita por fora, onde nos chama a atenção, com as covinhas marotas e o olhar vivo pestanudo, e por dentro, onde mais (me) interessa.

Foi com ele (e também com o Go e com o Vi) que aprendi a gostar de crianças. Eu que só gostava de cães, concebi que afinal havia encanto na nossa espécie e esse residia todo (vá, em grande parte) nos mais pequenos.

Foi por causa dele que assim me chamava, enquanto aprendia a articular as palavras, que adoptei o diminutivo DEIA e não o largo mais.

É nele (e no Go, no Vi, nos filhos dos meus amigos e no T.) que vislumbro ESPERANÇA e é porque ele existe (e o Go, o Vi, os filhos dos meus amigos e o T.) que mantenho a FÉ que as coisas podem, efectivamente, MUDAR.

Gosto muito de ti Rodrigo. És parte de mim e tem sido um privilégio enriquecer-me contigo e com os teus pormenores deliciosos enquanto cresces.

Sê feliz meu sobrinho. Sê livre, espontâneo e sonhador.

Sê criança para sempre.

Um beijinho desta tia que te ADORA.

P.S. Um beijinho de parabéns (blogueiro) atrasado ao DUARTE!

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

 

Saudades tuas. (Muitas.) A vida é já.

My Way from blackholeorguk on Vimeo.

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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

 

PARABÉNS MANA


Longe? Nunca estou distante pá. Isso é só geografia exterior. Ora busca aí dentro... Não me vês tão bem?! Pois.

Um abraço muito apertado.

Que os 33 só te tragam sorrisos.

Está na hora caraças!

(O que mais desejo é ver-te bem mana. ADORO-TE já sabes. Pois sabes?)

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quinta-feira, 22 de julho de 2010

 

PARABÉNS CUNHADINHOS

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domingo, 13 de junho de 2010

 

PARABÉNS CUNHADINHA

Aquele xi-coração apertado!

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

 

A minha oração de 7º dia para ti.


Não conheci o meu avô Fernando Rafael Azevedo. Um homem de coração grande. (Ouvi.)

Tão pouco vivi no tempo do avô brincalhão Francisco Moreira. (Herdei de ti a traquinice?)

Contigo António da Silva Tinoco tive o privilégio de conviver e devo dizer-te que te encarava com o respeito e o carinho que teria devotado a qualquer um dos avôs que não pude conhecer. Uma vida (aparentemente) simples pode ser grandiosa. (A tua foi.)

Ficam os filhos, os netos, bisnetos, ainda, os amigos. Testemunhos de uma passagem pela vida (muito rica e) admirável.

Até já avô Tinoco. Foi muito bom conhecer-te.

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