quarta-feira, 18 de maio de 2011
Tenho uma teoria na mona há anos...(desde que instalei o sitemeter)
Como sabem (caso não saibam ficam a saber) a maioria dos meus visitantes padecem de glândula salivar entupida (e de casa vez que o refiro num post, mais aumentam as visitas. Cada um faz o que pode pelo seu blogue.) que se traduz num inchaço por baixo do queixo - Ao qual, não raras vezes, chamam bola. - ou, ainda, em dor ou salivação anormal ao ingerir alimentos. Ora... O que os meus queridinhos 7 leitores genuínos desconhecem (os restantes 30 e tal têm o problema referido, ou andam em busca das melhores técnicas de cábulas, ou de uma ou outra coisa de cariz sexual que me não convém, de momento, referir) porque ainda não vo lo disse, é que esses sofredores são quase todos do país irmão. "Então qual é a tua teoria?" - Gritam vocês daí em pulgas para ter acesso à dissertação de chacha do dia.
Ei-la: Acredito que por serem de um país tão quente, são mais ardentes, beijam muito mais e vai de maneiras que isso conduz ao entupimento das glândulas supra-referidas.
Era só. Um abraço.
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Ouvi hoje de raspão no Pessoal e transmissível da TSF:
O segredo da felicidade está em perder o medo.
Contesto. O segredo da (minha) felicidade está em ter medo e enfrentá-lo, ainda que trema muito. Às vezes gritar ajuda. O medo já não me imobiliza. Desafia-me. E eu vou.
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quarta-feira, 9 de março de 2011
Consigo encontrar parecenças entre as pessoas que não lembram à Maria Armanda.
O António Carlos Cortez faz-me lembrar o Ricardo Araújo Pereira. E vai daí é o contrário. Mas que há ali um 'quêzinho' comum aos 2. Ai há, há.
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terça-feira, 28 de setembro de 2010
Concedo-vos (nenh)um lugar:
Sente-se quem me olha interrogando-se(me): “Vais conseguir?” entre a elementar curiosidade e o pérfido fascínio em me ver ruir.
Respondo-vos, enquanto ergo os punhos cerrados, pronta para a liça, olhos vidrados, veias no pescoço salientes, indignada. Ainda que não devesse ceder a esta pulsão de vos provar o que já é (o que há-de ser), naturalmente, sem precisão de testemunho(s) ou medalha(s).
Sente-se o que pretende sentir-se bem com o(s) meu(s) infortúnio(s), porque desse(s) nascerá a força e a capacidade para ultrapassar qualquer embaraço.
Desengane-se o que me vir prostrada e sentir, então, urgência pútrida em me pôr à prova, como quem força que o meu rosto se cole ao chão. Recupero tão-só o fôlego para prosseguir, cabeça erguida, lágrimas lambidas, coração renovado.
Poupem-se os que se munem de agulhas tentando picar-me além da pele.
Bendita alma esta (quase) imune à vossa improbidade.
Temem cair na escuridão do abismo que criaram para vós e por isso rasteiram outros, na vã esperança que a queda vos não alcance.
Exaspero-me se sinto o arrepio provocado pelo hálito gélido da deslealdade. Infantilmente agressiva preparo resposta que me proteja, quando fartinha de saber que não é preciso.
Não é preciso Andreia, fica quieta. Não fales. Olha para o lado. Não vejas o que gostavam de te fazer.
Prossigo na lenga-lenga: Não necessito dar-vos resposta. Ouvem? Se eu quisesse não respondia. Sabem?
Isto porque (ainda) não consigo deixar cair certas provocações e prossigo (obtusa) desconhecendo se vos tento convencer ou, mormente, me mentalizo:
Não me cabe revelar-vos. Vivo somente. Ser é o bastante. Pretendo esquecer-vos massacrantes: “Vais conseguir?”.
SAIBAM DISTO: VOU CONSEGUIR!
Sente-se nesse lugar, que reservei em parte nenhuma do meu mundo, aquele que espera que não me levante do(s) tombo(s) da existência.
A única entidade capaz de me destituir d(est)a tenacidade é a morte.
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terça-feira, 20 de julho de 2010
(Pois.)
Era o que temia. Isso dos "autênticos" é outra das invenções românticas da Humanidade.
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Pensamento do dia (a dia):
sei com as entranhas que sem viver não escrevo.
Entre o que vivo que escrevo
e o que escrevo que vivo (mas não experiencio deveras)
reside o segredo para não me perder.
Não me digam: OPTA.
Não posso.
É nesse precário equilíbrio, dia-a-dia estabelecido, que habito e sobrevivo.
Desconheço para onde vou. Em cada acordar caminho.
Faço o melhor que consigo enquanto respiro e escrevinho.
Uns dias escreverei com ardor, outros serei somente.
Haverá momentos de criação
e outros tantos de elementar existência.
Quando morrer as duas sucumbirão:
A minha escrita e a minha vida.
Cessarei.
Não me saberão apontar (assim o espero) o que melhor consegui:
ESCREVER ou VIVER, porque não pretendo que se distingam.
Não (re)clamo, até, que me demarquem.
Sou vida escrita vivida.
Sê-lo-ei sempre.
Ainda que perenemente despicienda(s) para os restantes.
Assim, se escuto a redutora pergunta:
"Interroga-te se viverias se não te permitissem escrever?"
(Bem sei que grandes individualidades a formularam.)
Logo outra se me coloca (aos berros):
"Interroga-te se escreverias se não te permitissem viver?"
"NÃO": a (minha) peremptória resposta a ambas.
Por isso aos interrogadores que me angustiam e exasperam coloco as seguintes questões:
"O que é que (tanto) vos falta para o (ESCRE) (VI) VER?"
"Porque (raio) tenho de escolher?"
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
Arrogância pode ser...
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quinta-feira, 6 de maio de 2010
(SOU)
(Aquilo que omisso não lhe retiraria sentido ou valor.)
(O “bónus” do qual outrem jamais sentiria falta. Teria sido dito tudo o que se queria.)
Comigo, muitas vezes, é ao contrário.
Querem ler-me?
Façam-no ( ).
É aí que amiúde me encontro e digo o que fora não consegui.
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quinta-feira, 1 de abril de 2010
Um texto antecedendo: outros textos, ideias que ainda não me atingiram e as aulas que, sem terem sequer começado, tanta felicidade já me trazem.
Olha, agarro-te o cabelo junto à nuca. Sentes? A dor que, embora sofrimento, agrada. Gostas? Que to puxe com força, como se o quisera tanto como te quero. Respiro-te. Inspiro e sustenho o ar para te reter num desespero. Repara. Nota como te conheço e te percorro onde precisas. É disto que careces, não é? A minha língua, o teu pescoço e a linha fictícia que me precipita para o épico cume da imaginação. Esse delírio que engulo sentindo cócegas na barriga, por causa das vertigens que este nosso desassossego provoca. Concordas com isto que digo? Admites que quando te sussurro “aquilo” ao ouvido é para que só tu possas saber o significado do meu calor no teu. Compreendes que se te agarro com tamanha firmeza, numa cadência obstinada é, tão só, porque sou egoísta e quero ter sucesso nisso de te fazer rir quando chegas? E não é bom? Questiono-te. Responde. Ordeno-te. Eu sinto que é muito bom, mas e tu? Que pensas? Ah. Não dizes? Remetes-te ao silêncio, portanto. Falo demais? Palavras a tropeçarem no suor. Pensamentos que se interpõem aos corpos e esses a desligarem-se. Que é do ardor? Porque me olhas de fora? Porque paraste com os beijos? Fiz com que arrefecêssemos... Perdoa. Recomeçamos a dança? Eu quero. Quero muito. E tu? Anseia-lo tanto quanto eu? Arranjamos uma régua que meça o desejo? Perdemo-nos por quantos centímetros? Não sabes? Não queres saber? Porquê? Não é importante termos tudo em pratos limpos? Tudo medido. Quantificado. Cheiras muito bem. Gosto imenso das tuas mãos. Onde é que vais com elas? Aí? Pode ser. Sim, sim. Aí sim. É bom é. É teu, agora, o mergulho. E eu fico à tona, a ofegar, à tua espera, teimando sobreviver a este afogamento conjunto. Regressas, estamos molhados e dizes-me coisas. Falas-me disso porque queres que eu sinta aqueloutro? Será? Então está bem. Eu sinto. Vislumbro. Percebo. Espera. Agora estou eu com frio. Perdi-me entretanto. Dizias? Explicavas-me detalhadamente o que fazíamos e eu acabei por me esquecer porque o começáramos sequer e não tenho certo saber quem és. Quem somos. Éramos? Sendo assim vou andando. Já não me apetece o que tens aí e não é por saciedade. É tédio. A vontade esmoreceu. Dissemos demais.
Dissecar textos: Não digo que não seja indispensável para apreender o que é literatura. Afirmo, apenas, que não é para mim. Posso tentar ser mais do que sou. E tento. Persisto ávida e afincadamente na aprendizagem. Temo, no entanto, ser incapaz de me despir da elementaridade que me compõe, em que o sentir se me sobrepõe ao saber. E com isto não me desiludo, antes aprendo a aceitar-me tal qual sou.
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terça-feira, 23 de junho de 2009
PENSAMENTOS ALEATÓRIOS
2) Há uns anos fiz uma colecção da Visão com grandes clássicos. Tenho 27 livros dessa colecção. 1, REPITO 1 é de uma mulher: Marguerite Yourcenar. Preciso fazer algum tipo de comentário?
3) A vida não é uma série de capítulos em que posso colocar pontuação, que a torne definitiva, como arrogantemente pensava. Muitas vezes retornamos a capítulos passados. Muitas vezes reabrimos o(s) livro(s). Eu é que acreditava que não. Que uma vez fechado um qualquer livro, esse ficaria na estante, eternamente, a encher-se de pó. Sei tão pouco sobre a vida.
4) Os conflitos entre duas pessoas nunca são verdadeiramente só dessas. São dessas e dos batalhões que se colocam na retaguarda em defesa dos respectivos entes queridos. Não é justo, não é leal, mas é encantadora e naturalmente humano.
5) Quanto mais ouço e leio a Inês Pedrosa mais a admiro enquanto ser humano. Favor ler a crónica desta MULHER na LER.
6) Tinha mais coisinhas giras para dizer, mas vou guardá-las não vá estar com a mosca, outra vez, nos próximos dias e assim pimbas: "amando-vos" com pensamentos fora de prazo, que nem dão por ela e eu assim poderei carpir à vontade, sem dar nas vistas. PAM.
ADENDA: Digam lá que este cartaz não é do melhor? É. Pois é?

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quarta-feira, 3 de junho de 2009
Sou uma pessoa problemática (a não ser que quine)
2) Tenho um problema com a minha fértil imaginação.
3) Tenho vários problemas comigo.
4) Tenho alguns problemas com terceiros.
5) Tenho um problema com a palavra "quine": não sei se é assim que se escreve. (O que eu queria exprimir era quinar=bater a bota)
6) E no fundo, se de um momento para o outro posso morrer (colesterol elevado, hepatomegália* e mai' não sei quê) nada tenho.
7) E isto veio-me à cabeça, por causa d'As Ondas de Virgínia Woolf. Um génio a senhora e sim, devia ter um, ou mais, a menos (ou a mais, vá-se lá saber catalogar estas coisas) e devia sofrer horrores com os seus pensamentos exaustivamente analíticos, lúcidos e realistas. Tenho o livro todo sublinhado caraças. Os amantes de livros linchavam-me se soubessem. Mas atenção que só sublinho os meus livros. Podem emprestar-me livros à vontade que eu até sou pessoa para no caso de perder um livro autografado, ir em busca do autor respectivo (se ele tiver olhos bonitos claro. Estava a brincar... Vou mesmo...).
E é isto.
*Van olha outro desbloqueador! E este ainda mais refinado.
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sábado, 16 de maio de 2009
Crónica de NADA
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terça-feira, 5 de maio de 2009
JUSTIFICAÇÕES
Não. Digo sempre um "não", ou um "sim", seguido de um porque tal, tal e tal... Como se o meu não ou o meu sim, por si só, não fossem o suficiente. E depois meto os pés pelas mãos e digo o que queria só para mim, ou que pura e simplesmente não me convinha dizer.
Mas ando a aprender e em breve, muito em breve, serei capaz de dizer apenas o que quiser dizer, sem ceder à pressão alheia. Mesmo que um simples e taxativo NÃO (ou SIM) e pasmem-se até ponho a hipótese de dizer simplesmente TALVEZ, sem prestar qualquer outro esclarecimento.
Ok?
(Por exemplo, se eu já tivesse aprendido a fazê-lo, este post não seria tão comprido. O que é que eu estou a fazer ao ser redundante? A justificar-me. Lá está.)
http://www.youtube.com/watch?v=n9ydbTTpwQ0
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quarta-feira, 29 de abril de 2009
Angústias (da mesa de trás)
- Qual é o mal?
- Pá não o quero lá a distribuir panfletos a todas a miúdas que passam. Não quero pronto. Não estou para isso. Vou dizer-lhe.
- Sim fala com ele. Mas o que é que tu queres? Proibi-lo de ir a qualquer ambiente perigoso?
(Minhas queridas: os "perigos" estão dentro de nós.)
(E nós inclui: gajos e gajas.)
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
Cá estamos. Estou. E essas coisas.
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quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Isto de almoçar sozinho põe-nos a pensar
- Hoje?
- Gosto. Muito.
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Anda para aí uma ventania
(E o que me espanta é não saber onde baseio tanta fé.)
(E é por isso que muitas vezes uma vontade de rir imensa me invade.)
(Nada a fazer. Rir.)
(Ser.)
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quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Por falar em afastamentos (mas dos que não me fazem sofrer)
- Não se pode usar preservativo?
Sim a ideia pode ser boa. O apoio. A comunhão de um espírito de abnegação e bondade. O pior é que nem sempre é para isso que serve. O pior, é que se pensa que por ir à missa e rezar muito, confessar e comungar. Se pode depois vir durante a semana cometer as maiores atrocidades. Porque há um Domingo redentor.
Não se pode negar que as maiores atrocidades são cometidas em nome dos Deuses das várias religiões. Não se pode negar que houve inquisição. Quer-me parecer que há ainda. Não se pode negar que ainda hoje há pessoas, "pastores", que se servem dos serviços religiosos para impor uma ideologia do MEDO. E as pessoas com medo fazem o que terceiros querem sem contestar. Não... A mim as religiões não convencem por aí além. Sou fiel à minha fé. Àquilo que considero certo do meu ponto de vista. Mas não acho que o meu caminho seja o certo ou o único a seguir. Cada um deve ser aquilo que achar melhor. E para mim o melhor mesmo é falar com Ele directamente.
Acredito que tudo de bom e de mau que fazemos nos é devolvido. Agora. Não depois de morrermos. É agora o nosso Inferno se o merecermos. Não depois. Rodeado de fogo. Há lá fogo pior que o que arde cá dentro quando sinto que errei? Não.
Esta é a minha opinião sobre a(s) religião(ões). Eu que por norma não discuto nem isto, nem política. (Porque de política não pesco, nem quero pescar nada... Chamem-me calona...)
A minha vida, vivo-a por intuição, pela minha sensibilidade, pelos meus olhos, pela noção que tenho da minha realidade. É à luz disso que emito as minhas opiniões e nada mais.
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segunda-feira, 19 de maio de 2008
Olé FIM DE SEMANA é que é!
Sábado: "Reservation road" Um filme que nos mostra que como humanos podemos sempre fazer coisas que sempre nos julgámos, toda a vida, incapazes de fazer. Somos, apesar de tudo, animais e ainda que racionais, podemos em situações extremas mostrarmo-nos desumanos e irracionais. Podemos fazer o impensável. Podemos errar de forma aberrante. Estamos sempre a tempo de o remediar o mais possível e de assumir o que aconteceu.
Domingo: Total relax. Muita conversa com a priminha. Dominguinho à maneira! À noite com os Contemporâneos fartei-me de rir. O Nuno Lopes no fim (já depois do genérico) na fonte a dizer que também era capaz de nadar levou-me às lágrimas. Muito bom! Continuem! Do programa só não gosto mesmo do "títalo". Não sei... Não me soa bem... Manias!
E de modo que é isto.
P.S. A modalidade "body combat" é do melhor! Dei por mim a imaginar e a imaginar e a imaginar e a fazer "hu" "ya" "ayaaaa" e outros gritos de artes marciais enquanto exteriorizava saudavelmente todas as coisas que têm andado reprimidinhas e recalcadinhas dentro do meu ser incapaz, até hoje, de gritar bem alto: "«deslarga» a menina porra!"
F. Tu é que sabias do que eu precisava!! eh eh eh eh eh he heehehehehehehehehe! (riso libertador)
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
E tudo e tudo e tudo:
3 de Novembro de 2007: PARABÉNS BILLATI! Gostamos todos muito de ti acho que deu para sentires isso. És daquelas pessoas que reune unanimidade à sua volta. E eu gosto de ti mesmo quando dizes aquelas coisas que me fazem saltar os olhos das órbitas e me fazem querer por segundos deitar-te a mão ao pescoço! Espero acompanhar pelo menos mais 30 vezes 2 :)
4 de Novembro de 2007: Minha querida amiga Ana Patrícia. Amiga de infância. Quantas vezes falo por ano com esta menina? Duas. Nos meus anos e nos dela. Três/Quatro vezes no máximo quando nos dá a loucura! Mas há uma verdade que não nego, gosto muito desta amiga. É daquelas pessoas que podiam passar anos sem eu lhe falar que quando a ouço de novo os meus olhos brilham e o meu coração aquece porque me traz boas lembranças. Sinto que temos uma amizade incondicional. Não ficamos chateadas por passar tanto tempo sem falar, alegramo-nos sim porque mal ou bem vamo-nos ouvindo sempre. Não a esqueço. Ponto. PARABÉNS AMIGA de infância e do agora também!
5 de Novembro de madrugada: O hospital da luz tem excelentes condições. Gostei. Só não gostei da dor. Só me apetecia ganir e acho que cheguei a fazê-lo. Auuuuuuuuuuu!
5 de Novembro: Parabéns Tio Camacho. Que um dia abras a mente e vás ainda a tempo de recuperar tanto tempo perdido por pura casmurrice. Mas quem sou eu para julgar não é verdade... Beijinhos. Estou aí em pensamento fortes circunstâncias me impedem de querer estar em carne e osso...
BLOG a visitar: mais um sótão bem catita! www.sotao-de-ideias.blogspot.com
E de maneiras que foi isto.
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