quarta-feira, 5 de maio de 2010

 

E porque diz que fica bem citar Adília Lopes encontrei este que me falou muito:

Cabra porca cadela burra vaca
bichos queridíssimos
palavras feias porquê?
tanta estupidez

Adília Lopes

(Terra-a-terra como eu gosto. Desconcertante e despretenciosa. PAM. Venham mais chicks destas, mas é, para enfiarem meias nas bocas dos mete-nojo.)

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

 

Exercício de introspecção

Para mim esta é uma letra perfeita. Gostei mais de a ouvir na voz de Moreno Veloso, mas não encontrei vídeo com qualidade. Atentem na letra. Atentem só e vejam se não cabemos todos lá dentro. (Não, não é no cu da querida. É mesmo cabermos todos dentro da letra. - Desculpem mas estas parvoíces são mais fortes que eu.)



http://www.youtube.com/watch?v=rjsWiMvgZAo

Ouvi aqui e por sinal também aconselho vivamente a que os senhores leitores atentem no belo e poético "pugrama" da nossa "télefonia".

Vá então.

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terça-feira, 23 de junho de 2009

 

PENSAMENTOS ALEATÓRIOS

1) Andei vestida de tristeza. Não tenho feitio, pronto. Nasci para ser palhaça. Para fazer rir na adversidade. A situação é dramática, lembro-me de uma parvoíce, digo-a, as pessoas riem-se. É assim. Prefiro assim. Prefiro andar a rir do que a chorar. Prefiro a cara franzida, o abdominal contraído de tanto me rir, do que os mesmos sintomas por estar em posição fetal, derrotada a esvair-me em lágrimas. A vida é o que é. Há que aceitar o que nos traz, sem dramatizar. Não quero dramas. Quero comédias. (Sor)riso é o meu nome do meio. Quero a cara iluminada, não sombria. Chega. Há que aceitar. Aceitar tudo. O que é bom e o que é mau. O que é intenso e o que é morno. Aceitar. Viver serenamente (O que não corresponde propriamente à minha maneira contraditória de encarar os dias. Haviam de me ouvir ontem.) o que tenho para viver, mas viver. É tudo demasiado efémero para andar adormecida, dormente. Chega de lamúrias. Não acredito em medicação. Acredito "nisto" que me faz um dia estar no fundo do abismo e no dia seguinte me catapulta e faz olhar para o céu azul e imenso, cheia de esperança. Acredito que sou sã, na minha loucura e acredito que faço o melhor que posso, dentro do que sou. Por isso ontem, peguei numa espátula e raspei com mil cuidados, para não fazer sangue, a tristeza que se me colou à epiderme. Não a quero. A tristeza não é para mim. Eu sou aquela a quem os outros chamam néscia por me rir em demasia. Não me importo. Chega.

2) Há uns anos fiz uma colecção da Visão com grandes clássicos. Tenho 27 livros dessa colecção. 1, REPITO 1 é de uma mulher: Marguerite Yourcenar. Preciso fazer algum tipo de comentário?

3) A vida não é uma série de capítulos em que posso colocar pontuação, que a torne definitiva, como arrogantemente pensava. Muitas vezes retornamos a capítulos passados. Muitas vezes reabrimos o(s) livro(s). Eu é que acreditava que não. Que uma vez fechado um qualquer livro, esse ficaria na estante, eternamente, a encher-se de pó. Sei tão pouco sobre a vida.

4) Os conflitos entre duas pessoas nunca são verdadeiramente só dessas. São dessas e dos batalhões que se colocam na retaguarda em defesa dos respectivos entes queridos. Não é justo, não é leal, mas é encantadora e naturalmente humano.

5) Quanto mais ouço e leio a Inês Pedrosa mais a admiro enquanto ser humano. Favor ler a crónica desta MULHER na LER.

6) Tinha mais coisinhas giras para dizer, mas vou guardá-las não vá estar com a mosca, outra vez, nos próximos dias e assim pimbas: "amando-vos" com pensamentos fora de prazo, que nem dão por ela e eu assim poderei carpir à vontade, sem dar nas vistas. PAM.

ADENDA: Digam lá que este cartaz não é do melhor? É. Pois é?

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quinta-feira, 18 de junho de 2009

 

Repetitiva? Eu?


TUDO AQUI!

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

 

Ah que belas aquisições:

Ao adquirir este CD estão a ajudar crianças vítimas da guerra o que é de louvar. Toca a adquirir então. (M. Gosto mais do Dark Was the Night mas este também é muito bom.)



Alanis sua marota, continua com letras por demais universais. Todos nós já nos sentimos Incomplete, prestes a entrar num Straitjacket, apesar de nunca deixarmos de ser Citizen of the planet e mesmo que Underneath experienciemos Versions of violence, uma Torch estará sempre à frente para nos alumiar o caminho. Se não estiver, nada como redigir uma Moratorium ou enviar umas Tapes com o nosso desejo. Se ainda assim não formos atendidos, nada que Giggling again for no reason não cure, e no fundo, o que devíamos era tratar de erguer as mãos In praise of the vulnerable man. Not as we. Não é? Eu acho que sim pá. Grande Alanis. Que paixão de cantora/artista/songwriter.

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quarta-feira, 20 de maio de 2009

 

Quando crescer vou ser assim:


http://www.youtube.com/watch?v=LExp2PVwBnM

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